Cacau Absoluto – O aroma da felicidade

Cacau Absoluto – O aroma da felicidade

Família: Malvaceae, antiga Sterculacae.

Sinônimos populares: chocolate.

Etimologia: o nome Theobroma cacao, foi nominado pelo naturalista sueco Carolus Linneu, e significa “alimento dos deuses”. As civilizações Maia e Asteca, de mesma raiz, possuíam dois vocábulos, kab e kaj, que, numa mesma palavra, kabkaj, formavam a expressão “suco amargo, picante com sabor bastante apimentado”.
Segundo historiadores e navegadores como Américo Vespúcio, o nome atual foi dado por Cristóvão Colombo, apreciador do cacau com gosto apimentado. Foi ele um dos primeiros a levar o conhecimento ao Velho Mundo, espalhando a planta, por onde andava.
Segundo Cristóvão Colombo, a bebida originada deste suco era nomeada de kabkajatl, onde as três últimas letras significavam “líquido”.
Os espanhóis colonizadores tinham dificuldades de pronunciar a palavra e sempre colocavam um “hu” nas palavras indígenas.
Desta maneira, a palavra acabou transformando-se em kabkajuatl e futuramente em cacauatl.

Origem: América do Sul e Central, Índia Ocidental. Atualmente também é cultivado em Java, SriLanka. No Brasil, o cacau é nativo da Amazônia, tendo sido por muito tempo um produto obtido de extrativismo. Foi cultivado primeiramente na Amazônia, onde já existia em estado natural. Depois, pelo rio Amazonas, passou para o Pará e para o litoral, chegando finalmente à Bahia, onde melhor se adaptou ao solo e ao ambiente marinho e causou o chamado boom da década de 1930.
O Estado da Bahia produz atualmente cerca de 95% do cacau do Brasil, país cuja produção corresponde a mais ou menos 5% da mundial, sendo a Costa do Marfim o maior produtor atual do planeta, com aproximadamente 40% do total da produção mundial.

Parte utilizada: sementes.

Forma de extração: extração por solvente (álcool fenil etílico).

Característica do óleo: viscoso de coloração marrom escuro.

Rendimento: dados não encontrados.

Características botânicas: árvores de pequeno porte, entre 4 a 6m de altura, copa globosa e baixa. As folhas são geralmente pêndulas, de 15-25cm de comprimento. As flores surgem do tronco e nos ramos. Os frutos são bagas geralmente angulosas, medindo até 25cm de comprimento e até 300g,
de cor amarela ou vinácea, contendo 20-40 sementes ovóides, envolvidas numa polpa adocicada.

Cultivo: O cacaueiro é uma planta de clima quente e úmido que prefere o solo argilo-arenoso. Sua propagação se dá por sementes. Por ser uma planta umbrófila, vegeta bem em sub-bosques e matas raleadas sendo, portanto, uma cultura extremamente conservacionista de solos, fauna e flora. Pouco
mecanizada, é uma cultura que proporciona um alto grau de geração de emprego. Encontrou no sul da Bahia um dos melhores solos e clima para a sua expansão.
 
História da planta: o cacaueiro é planta nativa nas bacias dos rios Orinoco e Amazonas tendo sua origem nas Américas do Sul e Central Sul. Já era cultivado pelas grandes civilizações indígenas do continente, principalmente pelos incas e astecas antes da chegada dos espanhóis. A sua importância
entre os astecas era tão grande que lhe impunham origem sagrada e divina. Acreditava-se que o cacau tenha sido entregue aos homens diretamente pelos deuses.
Os astecas achavam que o deus Quatzalcautl se tornou deus por ter feito uso diário do cacau e que seus efeitos miraculosos o fizeram adquirir os conhecimentos da ciência universal.
Montezuma, imperador asteca, tomava diariamente inúmeras doses de uma bebina feita com cacau, para adquirir sabedoria e poder.
Já para a civilização Maia, o cacau era considerado uma fruta que deveria ser comida com “parcimônia e elegância”, devido ao amargo e apimentado de seu sabor.
Os índios torravam e trituravam o cacau entre duas pedras e o ferviam em água aromatizada com baunilha, canela, pimenta ou suco de aveia até que ficasse pastosa, quando era então servido em taças. Mais tarde os espanhóis adicionaram açúcar e o leite a essa bebida e inventaram o chocolate que conhecemos.
Recebeu então um novo nome: chacauhaa, chacau = quente; haa = bebida.
No México, a semente ou amêndoa do cacau durante muito tempo foi utilizada como moeda e as cidades pagavam seus impostos em amêndoas de cacau.
Foi somente no século XVIII que o cacau penetrou na Europa, pois os espanhóis retiveram durante muito tempo o segredo da fabricação do chocolate. O desconhecimento era tanto que corsários holandeses atiraram ao mar uma preciosa carga de cacau, de um navio capturado, julgando tratar-se de fezes de ovelhas.
Quando os europeus descobriram o chocolate, ficaram encantados e surgiu um livro escrito por Francisco Rauch, em Viena, proibindo aos clérigos o uso do chocolate por ser “droga inflamatória de paixões”, por ser considerada afrodisíaca e despertar o desejo sexual.
Em outras palavras, o chocolate seria fonte de energia.

Aromacologia – potencial energético emocional: aroma da felicidade

O aroma da felicidade do Absoluto de Cacau cria uma atmosfera prazeirosa, sensual e relaxante. Estimula a espontaneidade da criança interior, trazendo bem estar físico e emocional. Faz esvanescer o sentimento de tristeza e acalenta o coração triste com alegria.
Reduz os níveis de stress, estimulando a produção de endorfinas, aliviando a ansiedade e depressão.
Tem sido usado para tratar pessoas depressivas, amargas e sem energia vital.
Indicado para incentivar pessoas sérias, sobrecarregadas com muitas responsabilidades, a curtirem a vida no momento presente, com alegria e prazer. Auxilia também pessoas com personalidade intransigente, exageradamente críticas consigo mesmo a relaxarem e se autopreservarem da rigidez interna.
Ajuda a relaxar as pessoas com atitudes obsessivamente rigorosas em relação às regras alimentares, com dietas extremamente restritas, por medo de se intoxicarem com qualquer alimento.
Enfim, é um aroma para descontrair a vida e confiar.
O aroma desse absoluto ainda ajuda a transpor a culpa muito comum do “vício” de comer chocolate.
O aroma da felicidade do Absoluto de Cacau também auxilia os “viciados” a saciaram seu desejo de comer chocolate apenas com o aroma, quando é necessária a restrição da ingestão desse alimento devido a problemas físicos.
Propriedades terapêuticas e principais indicações: antidepressivo, euforizante, afrodisíaco e tônico energético. Estimulante endócrino das endorfinas. A teobromina, principal constituinte molecular do cacau pode apresentar efeito lipolítico.
Benefícios segundo o uso popular: os indígenas usavam as sementes moídas como cicatrizante de ferimentos e em mordidas de cobras. Muito utilizado na culinária por seu efeito antidepressivo, euforizante e afrodisíaco. Indicado para o combate de anorexia nervosa e como tônico energético em períodos de convalescença.

Cosmetologia: usado no óleo de massagem pode apresentar efeitos redutores de gordura localizada.
O Absoluto de Cacau possui propriedade antioxidante que auxilia a prevenção do envelhecimento precoce da célula. A manteiga de cacau é muito utilizada por suas propriedades hidratantes, emulsificantes e antioxidantes.
Componentes moleculares: teobromina e cafeína.
 
Toxicidade: nenhum dado significativo foi encontrado na literatura estudada.

Contraindicações: nenhum dado significativo foi encontrado na literatura estudada.

Fonte: http://www.plantasquecuram.com.br/ervas/cacau.html#.UkXc0WQ5wU8#ixzz2g7hVMuRO

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