Transgênicos: não dá para não se posicionar.

Existem assuntos que não tem como não se posicionar.
Os transgênicos é um deles, pois está diretamente relacionado à nossa saúde.
 

Os alimentos transgênicos podem estar no nosso prato todos os dias e ainda não existem evidências científicas que dêem 100% de segurança sobre seu consumo.

Vários países da Europa já baniram o cultivo desse tipo organismo vivo. Inclusive, a Dinamarca recentemente tornou-se o primeiro país do mundo a produzir somente alimentos orgânicos, assumindo a vanguarda e apontando a direção que todos nós deveríamos tomar. A decisão dinamarquesa significa uma nação livre de venenos agrícolas e que respeita a segurança alimentar do cidadão, com alimentos seguros e de muito melhor qualidade nutricional.

Mas por que o Brasil anda na contramão da história, não só permitindo, mas eliminando a exigência de identificar no rótulo alimentos que contenham transgênicos?

Sabemos que as grandes companhias interessadas na venda das sementes (e dos venenos) têm muito poder perante nossos representantes do Poder Legislativo, e por isso muitas vezes cria-se um jogo de forças desigual.

É importante fomentar o debate e manter-se informado.

Nesse sentido, apontamos abaixo o link para a publicação “Lavouras Transgênicas: riscos e incertezas”.

http://goo.gl/QxiHq7

O livro, disponível gratuitamente em pdf, aponta mais de 750 estudos desprezados pelos órgãos reguladores. Mostra que a maioria das promessas das empresas responsáveis pelas sementes, tais como diminuição no uso de agrotóxicos, maior resistência às pragas, plantas mais nutritivas e saborosas, resistência a mudanças climáticas, nada disso se cumpriu.

O livro tem linguagem científica, mas para aqueles que desejam entender melhor, a leitura é imprescindível.

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