resinóide de Âmbar 3ml

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Óleo essencial perfume da alma

Nome cientifico: Liquidambar orientalis
Origem: Turquia
Obtenção: Destilação a vapor
Coleção: Terra Flor Raro 3ml
Certificação: IBD Ingredientes Naturais
Selo IBD - Ingredientes Naturais, para produtos sem aditivos.
É considerado pelos povos orientais o Perfume da Alma, o aroma perfeito, nada a acrescentar, nada a retirar.
Aroma relaxante. Cria um ambiente próspero, abundante e amoroso.
Inspira a alma para que ela desabroche e floresça plenamente.
Atua como afrodisíaco poderoso.
Desaconselhável o uso durante os três primeiros meses da gestação.

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Âmbar – Liquidambar orientalis

Família: Coniferae.
Sinônimos populares: nada significativo foi encontrado na literatura pesquisada.
Etimologia: o nome vem do arábico anbar, provavelmente através do espanhol, porém a palavra âmbar referia-se originalmente à palavra árabe ambargris, uma substância animal completamente distinta do âmbar amarelo. Ambargris, é uma cera aromática criada nos intestinos das cachalotes, a maior das baleias com dentes. O âmbar verdadeiro também tem sido chamado às vezes de karabe, uma palavra de derivação oriental significando “o que atrai a palha”, em alusão ao poder que o âmbar possui de adquirir uma carga elétrica pela fricção.
Origem: acredita-se que a origem do pinheiro Pinnus succinifera, o qual se atribui a fonte de produção da resina de âmbar remonta à pré-história. É improvável, entretanto, que a produção do âmbar esteve limitada apenas a uma única espécie de pinheiro, pois um grande número de coníferas que pertencem a gêneros diferentes produzem resinas.
O Pinnus succinifera cresceu aproximadamente há 50 milhões de anos atrás, principalmente no sul da península escandinava e em suas áreas subjacentes. Mas, essa não é a única fonte, também são encontrados pequenos depósitos de resina âmbar em todo o mundo principalmente na Europa Central e Oriental, Sicília, Caribe e Oriente Médio.
A história de sua origem foi clareada apenas no século XIX.
As bolhas de águas puras e gasosas, pedaços de madeira, galhos, sementes e até mesmo insetos encapsulados no interior da resina fossilizada foram os materiais utilizados para os estudos de sua origem.
Parte utilizada: resina fóssil.
Forma de extração: destilação a vapor.
Característica do OE: líquido ligeiramente viscoso, de coloração escura amarelo amarronzado.
Rendimento: sem dados.
Características botânicas: nomeada botanicamente de Pinnus succinifera devido a presença do ácido sucínico em sua composição molecular. É considerado um mineralóide.
Do ponto de vista químico consiste em 79% de Carbono, 0,5% de Hidrogênio e 10,5 % de Oxigênio.
Estudos de espectrometria mostraram que a resina de âmbar é composta basicamente de 3 grupos: – componentes voláteis: terpenos e sesquiterpenos
– ácidos orgânicos solúveis
– poliéteres não solúveis
História da planta: essa resina fóssil é extraída de uma variedade extinta de Pinnus succinifera. A resina das árvores são produzidas quando estas são atingidas por raios, danificadas ou atacadas por insetos. A resina cai no chão e com o decorrer de milhares de anos, com a ação de microorganismos e a polimerização (uma das formas de fossilização) dos ácidos resinóicos e terpenos ocorre sua desidratação, tornando-a sólida, resistente ao tempo e a água. Considera-se que mais de um milhão de toneladas de âmbar foram produzidas desta forma. As florestas desapareceram devido a mudanças de solo e catástrofes climáticas. A resina foi lavada pela água sendo depositada em determinadas áreas. Acredita-se que essa resina foi utilizada desde a Idade da Pedra. Os maiores depósitos ainda existentes estão no Mar Báltico e em regiões da Lituânia e Estônia.
Foram encontrados resquícios dessa resina em tumbas egípcias e em objetos encontrados na Escandinávia que foram utilizados pelos Vikings dos anos 800 até 1000 d.C.

Aromacologia

Óleo Essencial perfume da alma
Aroma divino e calmante. Nada para se acrescentar. Nada para se retirar. Encoraja a harmonia e o equilíbrio. Inspira a alma para que ela desabroche e floresça plenamente.
O melhor que a natureza pode oferecer. Cria um ambiente próspero, abundante, encorajador e amoroso.
Protege o ambiente de energia negativa.

Formas de uso: BHIM

Usos Tradicionais

Propriedades terapêuticas e principais indicações: calmante, analgésico, antiespasmódico, expectorante, antipruriginoso.
Benefícios segundo o uso popular: na Índia e na China é utilizada em festivais de agradecimento aos deuses por graças recebidas. Usado para combater a sarna.
Componentes moleculares:
Existem aproximadamente mais de 40 componentes. Dentre eles encontramos o ácido sucínico, sais de potássio, sódio e ferro.
Toxicidade: pode apresentar efeitos dermoagressivos em peles muito sensíveis. Antes de usá-lo fazer teste no antebraço.
Contraindicações: não usar puro em peles com sensibilidade a este OE.
Formas de uso:
Ver liquidâmbar orientalis.
Fonte: http://waynesword.palomar.edu/ecoph27.htm

Referências:

Legenda das Formas de Uso:

OE = óleo essencial
OV = óleo vegetal
CS = colher de sopa

ADVERTÊNCIA: teste o OE sempre que estiver sendo usado pela primeira vez. Para isso, pingue 2 gotas de OE nas axilas, na parte interna do cotovelo e atrás da orelha. Espere por 12hs e observe. Caso apresente alguma reação alérgica, não recomendamos o uso deste OE. Realize este teste mesmo se o OE estiver diluído a um veículo carreador.

A quantidade de gotas de OE sugeridas dependerá da intensidade do aroma do OE escolhido. Alguns OE possuem aroma mais intenso, utilize quantidades menores. Use sempre diluições mínimas em crianças, idosos e gestantes.

BBanho de Imersão (banheira ou ofurô): Para aromatizar a água do banho, dissolva de 7 até 21 gotas de OE em 3 CS de leite de côco. Adicione mais ou menos gotas de acordo com a intensidade do aroma. Dissolva a mistura na banheira ou ofurô. Nunca use OE diretamente na banheira sem diluição em veículo carreador.

BABanho de Assento: Dilua 10 gotas de OE em 5 CS de leite de côco e adicione à água fria do banho de assento.

BOBochecho: Pingue 3 gotas de OE em um copo d’água, ou dilua em 3ml de OV. Não engolir.

FLFricção Local: Dilua de 3 até 5 gotas de OE em 1 CS de OV e fricione a área afetada.

HHidratação:
- para o rosto dilua 1 gota de OE em 1 CS de OV;
- para o corpo pingue 60 gotas de OE em 120ml de OV, ou dilua o OE em qualquer outro veículo carreador (argila, creme, loção ou manteiga vegetal);
- para os cabelos pingue 5 gotas de OE em 1 CS de OV para hidratar a ponta dos fios.

IInalação:
- no lenço, pingue 3 gotas de OE;
- no inalador própro para uso de OE, pingue 5 gotas;
- no pulso, pingue 2 gotas de OE e friccione com o pulso da outra mão.

MMassagem: Adicione de 50 a 70 gotas de OE em 120ml de OV e utilize-o na massagem.

TUso Tópico: Pingue 5 gotas de OE diluídas em 1 CS de OV de pracaxi, andiroba, rosa mosqueta ou outro OV indicado.

TCUso Tópico Capilar: Após o enxague final dos cabelos, pingue 5 gotas de OE no couro cabeludo, massageando-o, ou pingue 5 gotas de OE no couro cabeludo, deixe agir por no máximo 8h e lave os cabelos.

VVaporização: Pingue de 8 a 15 gotas de OE em um recipiente com água quente, cubra a cabeça com uma toalha ou cobertor e inspire profundamente até a água esfriar.

Desaconselhável o uso durante os três primeiros meses da gestação.

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