Cenoura 5ml

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Óleo essencial da regeneração

Nome cientifico: Daucus carota
Origem: Índia
Obtenção: destilação a vapor das sementes cultivadas
Coleção: Terra Flor Raro
Certificação: IBD Ingredientes Naturais
Selo IBD - Ingredientes Naturais, para produtos sem aditivos.
Aroma amadeirado, terroso, quente.
Auxilia pessoas desestabilizadas a encontrarem em si mesmo os recursos necessários para a reconstrução da identidade pessoal.
Ajuda na regeneração da psiquê, após o sentimento de frustração de não ter sido entendido.
Auxilia a coragem de expressão da individualidade, libertando-nos da necessidade de aceitação dos outros.
A frustração leva à ira, e segundo a medicina chinesa, essa obstrui a energia do fígado, este estagnado, gera mais sentimentos de impaciência e intolerância.
O aroma deste OE acalma o elemento fogo e ar do corpo, renova a energia física exaurida pela ira do fogo, trazendo apaziguamento da impaciência e centramento.
Acalma o dosha Pitta e eleva o dosha Vata.
Regenerador hepático.
Regenera e revitaliza as camadas profundas da pele atenuando as marcas do tempo.
Usado associado ao OE de lavanda e ao OV de rosa mosqueta para recuperar a elasticidade em cicatrizes de antigas queimaduras.
Desaconselhável o uso em crianças até 2 anos.

Cromatografia Cenoura
Lotes 044 e 146

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Cenoura Sementes – Daucus carota

Não foi encontrado na bibliografia pesquisada dados significativos sobre a etimologia de Daucus carota.
Pertence a família botânica Apiaceae, origirária do mediterrâneo e Ásia.
A cenoura é uma planta herbácea, rizomatosa, com ramos finos estriados que pode alcançar entre 30 e 60 cm de altura, folhas compostas e lanceoladas, bem recortadas, que formam tufos, flores são brancas, amarelo-pálidas ou rosadas, agrupadas em inflorescências do tipo umbela. A raiz, aromática e comestível, é alongada, geralmente cônica ou cilíndrica, de coloração laranja ou avermelhada, variedade usada no consumo humano, e menos conhecida as amarelas ou brancas, mais utilizadas como ração animal.

De acordo com Faucon (2017), algumas variáveis influenciam a composição final do OE de Cenoura (sementes)(1):
1. Distinguir se a planta é selvagem ou cultivada;
2. Considerar a parte da planta utilizada: semente ou planta inteira;
3. Considerar o estado de maturidade da planta na hora da destilação. Os ésteres aparecem na planta madura;
4. Averiguar a escala da destilação: tempo, temperatura, estocagem, etc.

Obtemos dois tipos de OE de Cenoura selvagem:
1. OE proveniente da planta inteira, normalmente é produzido na Córsega: especificidade bioquímica methyl-iso-eugenol;
2. OE proveniente das sementes: especificidade bioquímica sabineno e acetato de geranila, o qual aumenta com o estado de maturação da planta.

Obtemos dois tipos de OE de Cenoura cultivada:
1. OE proveniente da planta inteira: concentrações razoáveis de carotol e baixas de sabineno, sem a presença de daucol;
2. OE proveniente das sementes: concentrações acima de 70% de carotol, acima de 5% de daucol, e baixas de sabineno.

O OE de cenoura da Terra Flor é proveniente das sementes de cenouras cultivadas no norte da Índia.

A maior parte dos OE provenientes da família Apiaceae (funcho, anis verde, coentro, cominho, salsa) são delicados de serem utilizados, devido a alta concentração de cetonas. Isso não acontece com a cenoura (sementes), que possui uma composição molecular única, majoritariamente composta de álcoois sesquitepênicos (carotol e daucol), o que lhe aporta uma personalidade complexa e única (1).

As propriedades diuréticas e hepáticas do OE se semente de cenoura são conhecidas desde o séc. XVI.
Desde essa época os médicos utilizavam emplastros de cenoura ralada sobre úlceras e tumores (2).

Aromacologia

Óleo Essencial da regeneração
Aroma amadeirado, terroso, quente, auxilia pessoas desestabilizadas a encontrarem em si mesmo os recursos necessários para a reconstrução da identidade pessoal.
Ajuda na regeneração da psiquê, após o sentimento de frustração que invade o ser quando não consegue ser entendido ao expressar a percepção interna de uma situação.
Auxilia a coragem de expressão da individualidade, libertando-nos da necessidade de aceitação dos outros.
A frustração leva à ira, e segundo a medicina chinesa, essa obstrui a energia do fígado, este estagnado, gera mais sentimentos de impaciência e intolerância.
O aroma deste OE acalma o elemento fogo e ar do corpo, renova a energia física exaurida pela ira do fogo, trazendo apaziguamento da impaciência e centramento.
Formas de uso: BFPM

Cosmética

Regenera e revitaliza as camadas profundas da pele atenuando as marcas faciais criadas pela ação do tempo. Formas de uso: H
Potente antioxidante, muito usado na cosmética natural para manter a jovialidade da pele e para prevenir seu envelhecimento precoce. Formas de uso: T
Cicatrizante. Formas de uso: T
Usado em associação ao OE de lavanda e ao OV de rosa mosqueta para recuperar a elasticidade em cicatrizes de antigas queimaduras. Formas de uso: T

Usos Tradicionais

Muito utilizado na aromaterapia para regenerar a energia hepática, caso este órgão esteja desenergizado, debilitado em caso de intoxicação ou sobrecarregado por afecção viral (1). Formas de uso: CEPFLFPM
Estimulante hepato-renal (2). Para estimular o fígado, usar associado com OE alecrim qt. verbenona, para os rins, usar com associado com OE pinheiro silvestre. Formas de uso: CFLFPFV
É citado na bibliografia o uso deste OE para drenar a energia do rim, diminuir edemas e retenção de líquidos (1). Formas de uso: CEPFLFPFVM
Potencial anti-anêmico (2). Formas de uso: FLFPFV
Sabe-se que os óleos essenciais possuem atividade antimicrobiana contra um amplo espectro de bactérias e fungos. O OE Daucus carota é usado desde tempos antigos na medicina tradicional, devido a propriedades terapêuticas reconhecidas, como antimicrobianas (3). Formas de uso: BCAFLFPFVM
Pode auxiliar como coadjuvante nos cuidados para redução das taxas de colesterol. Formas de uso: FLFPFV
Diurético. Formas de uso: FLFPFV
Cicatrizante, usado como coadjuvante em ferimentos antigos que não fecham. Formas de uso: T
Potencial Hipertensor. Formas de uso: FPFV

Segurança no Uso

Desaconselhável o uso em crianças até 2 anos.

Vishwa Schoppan
Bióloga, Ecóloga, Aromaterapeuta.

Referências:
1. Bitsas A. Aromathérapie corps et Âme. (1ed.). Bruxelles: Editions Amyris, 2009.

2. Faucon M. Traité D’Aromathérapie Scientifique et Medicale Les Huiles Essentielles. (3 ed.). Paris: Éditions Sang de la Terra, 2017.

3. Tavares AC, Alves MJG, Cavaleiro C, Cruz MT et al. Essential oil of Daucus carota subsp. halophilus:Composition, antifungal activity and cytotoxicity. Journal of Ethnopharmacology. 119, 2008. 129–134p. Acessível em: https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0378874108003267

Legenda das Formas de Uso:

OE = óleo essencial
OV = óleo vegetal
CS = colher de sopa

ADVERTÊNCIA: teste o OE sempre que estiver sendo usado pela primeira vez. Para isso, pingue 2 gotas de OE nas axilas, na parte interna do cotovelo e atrás da orelha. Espere por 12hs e observe. Caso apresente alguma reação alérgica, não recomendamos o uso deste OE. Realize este teste mesmo se o OE estiver diluído a um veículo carreador.

A quantidade de gotas de OE sugeridas dependerá da intensidade do aroma do OE escolhido. Alguns OE possuem aroma mais intenso, utilize quantidades menores. Use sempre diluições mínimas em crianças, idosos e gestantes.

BBanho de Imersão (banheira ou ofurô): para aromatizar a água do banho, dissolva de 7 até 21 gotas de OE em 3 CS de leite de côco. Adicione mais ou menos gotas de acordo com a intensidade do aroma. Dissolva a mistura na banheira ou ofurô. Nunca use OE diretamente na banheira sem diluição em veículo carreador.

CCompressa local com água ou argila: pingue de 5 até 10 gotas de OE em 1 CS de OV e dissolva na água fria ou quente. Use uma toalha para fazer a compressa. Na argila, pingue 3 gotas de OE para 1 CS de argila, adicione água ou água floral até formar uma pasta consistente. Use quantas CS de argila forem necessárias para formar uma pasta que cubra toda a área a receber a compressa.

CAColar Aromático: pingue 3 gotas de OE no algodão e acomode-o no orifício do colar. Adicione mais gotas toda vez que o aroma acabar.

EPEscalda Pés: dilua 15 gotas de óleo essencial ou sinergia em uma colher de óleo vegetal e coloque numa balde ou ofurô de pés.

FLFricção Local: dilua de 3 até 5 gotas de OE em 1 CS de OV e fricione a área afetada.

FPFricção Plantar: pingue 3 gotas de OE diretamente na planta de cada pé e friccione. Para OE dermoagressivos friccione diretamente pé com pé, não utilze as mãos.

FVFricção Vertebral: dilua 6 gotas de OE em 1 CS de OV e aplique na coluna vertebral friccionando a pele vigorosamente.

HHidratação:
- para o rosto dilua 1 gota de OE em 1 CS de OV;
- para o corpo pingue 60 gotas de OE em 120ml de OV, ou dilua o OE em qualquer outro veículo carreador (argila, creme, loção ou manteiga vegetal);
- para os cabelos pingue 5 gotas de OE em 1 CS de OV para hidratar a ponta dos fios.

MMassagem: adicione de 50 a 70 gotas de OE em 120ml de OV e utilize-o na massagem.

TUso Tópico: pingue 5 gotas de OE diluídas em 1 CS de OV de pracaxi, andiroba, rosa mosqueta ou outro OV indicado.

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