Lemongrass orgânico 10ml

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Óleo essencial da renovação

Nome cientifico: Cymbopogon flexuosus
Origem: Brasil
Obtenção: destilação a vapor
Coleção: Terra Flor Orgânicos
Certificação: IBD Orgânico e SISORG-MAPA
Selos IBD Orgânico e SISORG Orgânico do Brasil
Aroma calmante. Diminui a dispersão, o esgotamento mental.
Possui grande potencial de renovação para o coração ferido e magoado.
Vasodilatador, hipotensor.
Antisséptico, anti-inflamatório, repelente de insetos.

Dermoagressivo, diluir em óleo vegetal. Se usado puro sobre a pele pode provocar ardência, vermelhidão ou irritação.

Cromatografia Lemongrass orgânico
Lote 015

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Lemongrass – Cymbopogon citratus

Selos IBD Orgânico e SISORG Orgânico do Brasil

Família: Poaceae.
Sinônimos populares: erva cidreira, capim santo, capim limão.
Etimologia: nenhuma referência encontrada na literatura pesquisada.
Origem: Índia e Malásia.
Parte da planta utilizada: partes aéreas.
Forma de extração: destilação a vapor das partes aéreas. A planta deverá estar
parcialmente seca. O ideal é que seja colhida e colocada para secar por 3 a 4 dias. Rendimento: 50 kg de erva seca/1kg OE. (Werner, 2007). Nascimento (2003), estudando o efeito do horário de corte do capim santo (Cymbopogon citratus), verificaram que para obter maior rendimento do óleo o mesmo deve ser colhido entre 9 e 11h da manhã.
Característica da planta: o gênero Cymbopogon possui aproximadamente 60 espécies aromáticas cultivadas em regiões tropicais. Algumas destas espécies são muito utilizadas na medicina popular. Citamos como exemplo o lemon grass (capim limão), a citronela e a palmarosa. Os capins da família Poaceae são muito parecidos, tornando difícil sua identificação. A experimentação direta com suas folhas para sentir o aroma é uma das melhores maneiras de identificá-los.
Existem duas variedades de lemongrass, essas produzem OE com diferentes concentrações de citral, o aldeído responsável pelo seu aroma. Segundo Franchomme & Pénoël (2002), o Cymbopogon exuosus é produzido na Índia e possui menor concentração de citral (60-85%). O outro é o Cymbopogon citratus produzido nos EUA, África, Índia e Brasil, com maior concentração de citral (79-86%). Encontra-se dados de que a maior parte do citral do Cymbopogon exuosus produzido na Índia é retirado do OE e vendido separado.
Este é o 15° OE no ranking de vendas internacionais.

Aromacologia

Óleo essencial da renovação
Com doçura e simplicidade o aroma deste OE é um elixir para o coração, nos faz perceber que somos o resultado de nossas escolhas. Grande auxílio na aceitação e responsabilização pelas experiências vivenciadas, liberta da miséria e vitimização. Este OE é indispensável na busca da liberação das mágoas e cargas negativas que envolvem questões do passado.
Fortalece a prática do perdão, encorajando o perdão daqueles que nos feriram e o autoperdão, trazendo renovação psíquica e energética.
Desarma o ímpeto de agressão para consigo mesmo e para com os outros. É um importante companheiro da melhor idade, onde o tempo permite a reflexão dos fatos vivenciados ao longo da jornada.

Usos Tradicionais

Propriedades terapêuticas e principais indicações:
Na farmacopéia indiana, o lemon grass é tradicionalmente utilizado como antídoto contra doenças infecciosas como cólera, malária e para acalmar estados febris. (Willem, 2007).
De acordo com Dupont (2002), o lemon grass cresce em estado selvagem na África, principalmente no Congo, onde é utilizado nas três fases do combate a malária.
Repele o mosquito, tonifica o fígado e ameniza os sintomas da febre.
1. Tonifica o fígado e estimula a eliminação de toxinas hepáticas. É neste órgão que o parasita (Plasmodium malariae e P. falciparum) deverá passar antes de entrar na corrente sanguínea e infectar todo o organismo.
2. Apresenta propriedade antifebrífuga (antipirética).
3. Repele o mosquito.
O componente mais importante do OE do capim santo é o citral. Este composto químico
que apresenta fenômeno de isomeria espacial, dando origem a dois compostos químicos diferentes o geranial (trans-isômero Citral-A) e o neral (cis-isômero Citral-B).
Os isômeros cis e trans diferem na fórmula espacial. No isômero cis, os ligantes iguais ficam do mesmo lado do plano da dupla ligação. No isômero trans, os ligantes iguais ficam em lados opostos ao plano da dupla.
Citral fórmula plana: C10H16O.
Geranial (trans-isômero Citral-A) Neral (Cis-isômero Citral-B)
O geranial tem um odor forte de limão. O neral tem o odor mais doce e menos intenso de limão.
Neste OE encontramos ainda um hidrocarboneto monoterpênico, conhecido como mirceno, o qual é atribuído sua atividade analgésica. À presença do citral atribui-se ação calmante e espasmolítica comprovada pela liberação do mediador prostaglandina PGE22, ocasionando a analgesia (MATOS, 2000). Segundo Franchomme & Pénoël (2002), pesquisas japonesas demonstraram que os receptores olfatórios do citral são eficientes para ajudar os fumantes a se desacostumarem do tabaco, diminuindo os efeitos da tensão resultantes da síndrome de privação.
Este OE apresenta ainda além da ação analgésica, ação anti-inflamatória local. Relaxa e desinflama a musculatura. Auxilia o alívio da dor aguda pós-operatória e dor neuropática do nervo ciático.
Torna os músculos mais flexíveis, pois auxilia na eliminação do ácido lático. Tonificante muscular usado para tratar a acidez da pele decorrente de dieta alimentar e/ou falta de exercício físico.
Estimula a secreção das glândulas digestivas, combate a má digestão, ajuda a desintoxicação hepatobiliar, estimula a excreção da bílis, fortalece as funções de eliminação do organismo.
Regula o fluxo do trânsito intestinal.
1. Isomeria espacial: neste caso, os isômeros têm a mesma fórmula molecular e fórmula espacial diferente. Existem dois casos de isomeria espacial: geométrica ou Cis – Trans ou Óptica.
2. Prostaglandina PGE2: foram isoladas pela primeira vez no líquido seminal. Consideradas hormônios, encontram-se em todos os tecidos corporais. Existem dois tipos a PGE1 (regulam a troca entre as membranas de diferentes sistemas) e a PGE2 (causam inflamação e dor de cabeça).
3. Dor neuropática: é comum em pacientes com câncer como um resultado direto da doença em nervos periféricos (por exemplo, compressão por um tumor), como um efeito colateral de muitas drogas da quimioterapia e como resultado de dano elétrico.

Trata enxaqueca e ressaca.
Antidesmineralizante. Atua como coadjuvante em tratamentos de combate a osteoporose. (Willem, 2007).
De acordo com Terentine (1995), este OE é recomendado durante a gestação e lactação pois apresenta propriedades galactogênicas, isto é, estimula a produção do leite materno.
Antisséptico aéreo, auxilia no combate a doenças respiratórias contagiosas.
Fungicida, usado para tratar micoses cutâneas, inguinais e ataques de fungos em grãos. (pequenas doses).
Diminui a oleosidade do couro cabeludo; Anticaspa.
Bacteriostático, usado para controlar a transpiração excessiva.
Repelente de insetos.
Na bibliografia encontramos uma curiosidade em relação a ação do OE de lemon grass,
em relação a ação junto ao sistema nervoso. Conforme pesquisa bibliográfica e publicações científicas, em alguns momentos cita-se a propriedade relaxante e sedativa do sistema nervoso, em outros cita-se a propriedade estimulante da concentração e revitalizadora nervosa.
Este OE é composto basicamente de 70 a 85% de aldeídos terpênicos, moléculas que segundo a teoria da eletronegatividade molecular sugerida por Franchomme & Pénoël (2002), apresentam propriedades anti-inflamatórias primárias, calmantes do SNC e antissépticas aéreas. Porém, o aldeído terpênico presente na composição deste OE é o citral, que é o menos eletronegativo de todos os aldeídos, apresentando certa carga de correntes positivas, podendo ser considerado um adaptogênico.
Deve-se também levar em consideração, analisando este OE, de que os aldeídos terpênicos assim como as cetonas, apresentam atividade bifásica, com efeito inicial estimulante, tornando-se calmantes em doses mais elevadas ou contínuas. Entretanto, os aldeídos terpênicos não apresentam nenhuma neurotoxicidade como as cetonas.
Acredito, ser devido a este fator de atividade bifásica, que em algumas bibliografias como Franchomme & Pénoël (2002), Baudoux (2006), Corazza (2002), Trentini (1995), encontramos que o lemon grass é sedativo e calmante do SNC sendo indicado para combater insônia, nervosismo e estados de estresse crônico, podendo ser usado à noite no auxílio ao relaxamento e ao sono profundo. Já em outras bibliografias como Sellar (2002), Amaral (2009) e outros, este OE é citado como revitalizante, tônico geral do organismo, ativador da memória e da concentração, sendo seu uso indicado em ambientes de trabalho onde necessita-se de uma atmosfera motivadora e criativa como em salas de estudo para facilitar a concentração, memorização e absorção do conteúdo estudado.
Após da análise de vários autores, conclui-se que o lemon grass é um adaptogênico nervoso. Entretanto, deve-se observar a dose do uso deste OE, pois este inicialmente desperta a mente e revitaliza o corpo, porém na medida que se aumenta a dosagem e o tempo de uso, pode causar efeitos inversos de relaxamento, indução ao sono e sedação.
Este OE possui forte ação vasodilatadora, o que o torna um excelente OE para hipertensão. No entanto, pessoas com pressão sanguínea baixa (hipotensão), devem estar atentas ao seu uso durante o trabalho e o estudo. Pessoas com pressão sanguínea alta (hipertensos) podem ser beneficiadas com as propriedades revitalizantes mentais deste OE.
Componentes moleculares:
• Hidrocarboneto monoterpênico: 11% limoneno, mirceno;
• Aldeído monoterpênico: 75% citral (33% neral e 42% geranial) – fungicida e antialérgico, 14,5% citronelal;
• Álcool monoterpênico: 2% alfa-terpineol, 2% borneol, 1,5% geraniol, 1,5% nerol; • Álcool sesquiterpênico: 10% farnesol – bacteriostático na conservação de alimentos estocados;
• Aldeído sesquiterpênico: 3% farnesal.
Toxicidade: dermoagressivo.
Contraindicações: desaconselhável para hipotensos e hiperplasia prostática.

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