Menta Brasileira (mentha arvensis) 10ml

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Óleo essencial do despertar

Nome cientifico: Mentha arvensis
Origem: Nepal
Obtenção: destilação a vapor da planta florida
Coleção: Terra Flor Essencial
Certificação: IBD Ingredientes Naturais
Selo IBD - Ingredientes Naturais, para produtos sem aditivos.
Aroma mentolado refrescante, estimula os sentidos, revitaliza a concentração e memória.
Ameniza o cansaço, cria uma atmosfera motivadora e criativa.
Facilita a absorção de conteúdo teórico e sua posterior lembrança.
Acalma a ansiedade que dificulta o desempenho das tarefas com segurança e tranquilidade
Auxilia a descontração e despreocupação antes de provas, palestras, entregas de projetos, monografias, cirurgias, entrevistas.
Potencial analgésico local, alivia dor de cabeça, odontalgia, nevralgia, entorses, reumatismos, artrose e dores musculares.
Antipruriginoso, útil para aliviar coceiras, dermatoses e psoríase.
Traz frescor para queimaduras solares.
Ativa a circulação do couro cabeludo, diminuindo a queda dos cabelos.
Dermoagressivo para as mucosas, principalmente a ocular.
Desaconselhável o uso em bebês até os 30 meses.

Cromatografia Menta brasileira
Lote 011

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Menta brasileira – Mentha arvesis

Mentha deriva do grego Minthe, ninfa que segundo a mitologia foi seduzida por Plutão e foi transformada em uma planta devido a ira de Perséfone, a esposa ciumenta. A lenda conta que em um acesso de fúria Perséfone esmagou-a no chão. Plutão, inconformado, transformou-a em uma erva para que pudesse cheirá-la eternamente.
Arvensis, deriva do latim “arvum” que significa aquele que cresce entre os campos de cultivos.
Em países de língua portuguesa, as espécies deste gênero são popularmente conhecidas como hortelãs, embora o nome menta também seja por vezes utilizado.
Disseminaram-se pelo globo, sofrendo hibridizações naturais, mutações e variações, dando oportunidade do surgimento de numerosas espécies, acabando assim por dificultar a correta identificação das inúmeras variedades e espécies, mesmo por especialistas.
O gênero Mentha pertence a família botânica Lamiaceae, originário da América do Norte, Ásia e Europa mediterrânea.
As hortelãs ou mentas são plantas herbáceas vivazes, compreendendo numerosas espécies, das quais muitas são cultivadas em função de suas propriedades aromáticas, condimentares, ornamentais ou medicinais.
O gênero Mentha possui 18 espécies e diversos quimiotipos com diferenças inter e intra-específicas. Apesar da grande variabilidade fitoquímica, o maior interesse econômico na produção de óleo essencial das mentas deve-se à obtenção do constituinte mentol.
As mentas eram conhecidas e cultivadas da China ao Egito desde 2000 a.c.
Planta utilizada desde a antiguidade pelos egípcios, hebreus, gregos, medievais, romanos e americanos, com sua origem confundida com os mitos. Ela aparece em todas as listas de ervas da antiguidade: na Bíblia aparece como dízimo. Os árabes regavam as mesas de banquete com mentas antes das festas e limpavam o chão com a erva para estimular o apetite dos convidados (1).
Todas as mentas são hepáticas e favorecem a respiração metabólica da célula (2).

Resumo das quatro espécies mais importantes do gênero Mentha na aromaterapia (2):

OE de M. arvensisMenta brasileira
Tonico e estimulante, analgésico, descongestionante vascular, combate cefaléia.
Rico em: Álcool monoterpênico: 35 a 70% mentol
Cetona: 15 a 30% mentona
0,2 a 5% pulejona

OE de M. spicata Hortelã verde
Acalma a inquietude, anti-inflamatória, mucolítica, hepatodigestiva, cicatrizante, combate leucorréia.
Rico em: Hidrocarboneto monoterpênico: 20 a 25% limoneno
Álcool monoterpênico: 0,5 a 3% mentol
Cetona: 40 a 70% L-carvona
0,1 a 2% mentona

OE de M. citrata Hortelã limão, H. Levante, H. bergamota
Relaxante, combate a fadiga nervosa, antálgico, antiespamódico, acalma a inquietude afetiva.
Tônico sexual masculino.
Rico em: Álcool monoterpênico: 2 a 5% mentol
25 a 40% linalol
Cetona: 0,1 a 2% mentona
Ester: 40 a 57% acetato linalila

OE de M. piperitaHortelã pimenta
Tônico e estimulante, antálgico, regenerador hepático, colagogo, colérico, carminativo, antivomitivo, combate cefaléia.
Estimulante do trabalho de parto.
Rico em: Álcool monoterpênico: 40 e 50% de mentol
Cetona: 20 a 30% mentona
0,1 a 2% pulejona

Muitas espécies de mentas são hibridizadas a partir da Mentha aquatica L. selvagem.

A M. arvensis L. é uma planta herbácea, estolonífera, semi-perene, de caule quadrangular, ramificados podendo atingir até 90 cm de altura. Suas folhas são grandes, opostas, ovaladas e largas, pubescentes, com limbo mais ou menos plano e bordas serradas. A inflorescência é em espiga terminal e de flores violáceas. http://www.infobibos.com/Artigos/2007_1/menta/index.htm

Aromacologia

Óleo Essencial do despertar
Este aroma desperta as sensações, estimula os sentidos, revitaliza, refresca e melhora a concentração.
OE muito utilizado para melhorar a memória.
Facilita a absorção do conteúdo estudado e sua posterior lembrança.
É indicado o estudo com esse aroma difundido no ambiente e no dia de provas. Este OE pode ser inalado para que a memória do que foi estudado seja ativada.
Ameniza o cansaço, acalma emoções preocupantes alojadas no plexo solar, relaxando o diafragma.
Auxilia a descontração de pessoas preocupadas e ansiosas nos momentos que antecedem provas, palestras, cursos, entregas de projetos, monografias, cirurgias, entrevistas.
Útil em todos os momentos onde a ansiedade toma conta dificultando o desempenho de tarefas com segurança e tranquilidade.
Ideal para ambientes de trabalho e estudos para criar uma atmosfera revitalizadora e motivadora.

Formas de uso: ACAFPIPS

Cosmética

Adstringente, usado na fabricação de loções pós barba, pós depilatória. Formas de uso: T
Adicionado a loção pós sol traz frescor e alívio para os sintomas de queimaduras solares. Formas de uso: T
Ativa a circulação do couro cabeludo, diminuindo a queda dos cabelos. Formas de uso: TC

Usos Tradicionais

O aroma deste OE, assim como o da hortelã pimenta, acorda, desperta, estimula a memória e o raciocínio, aportando concentração e criatividade. Formas de uso: ACAFPIS
Potencial antálgico. Utilizado como analgésico local para aliviar dor de cabeça, odontalgia, nevralgia, entorse, reumatismo, artrose e dores musculares. Formas de uso: FLT
Vasoconstritor, hipertensor leve, pode ser usado para aliviar os sintomas da hipotensão. Formas de uso: ACAFPIMS
Estimulante biliar, desintoxicante hepático, digestivo, combate náusea, vômito, dispepsia, mal marítimo e aéreo. Formas de uso: CAI
Útil como coadjuvante nos cuidados com azia e mau-hálito. Formas de uso: BOI
Alivia o mal estar respiratório e a congestão nasal do início de gripes, expectorante, coadjuvante no alívio da tosse, sintomas de e rinite alérgica. Formas de uso: IMV
Antipruriginoso, útil para aliviar coceiras, dermatoses e psoríase. Formas de uso: T

Vishwa Schoppan
Bióloga, Ecóloga, Aromaterapeuta.

Referências:
1. Oka C.; Roperto A. Hortelã. Herbário Aquiléia. 2007. Disponível em: . Acesso em 5 de março de 2017. Disponível em: http://www.cotianet.com.br/eco/herb/

2.Faucon M. Traité D’Aromathérapie Scientifique et Medicale Les Huiles Essentielles . (3 ed.). Paris: Éditions Sang de la Terra; 2017.

3. Worwood VA. Aromatherapy of the soul. (1 ed.). California, USA: New World Library; 1999.

Legenda das Formas de Uso:

OE = óleo essencial
OV = óleo vegetal
CS = colher de sopa

ADVERTÊNCIA: teste o OE sempre que estiver sendo usado pela primeira vez. Para isso, pingue 2 gotas de OE nas axilas, na parte interna do cotovelo e atrás da orelha. Espere por 12hs e observe. Caso apresente alguma reação alérgica, não recomendamos o uso deste OE. Realize este teste mesmo se o OE estiver diluído a um veículo carreador.

A quantidade de gotas de OE sugeridas dependerá da intensidade do aroma do OE escolhido. Alguns OE possuem aroma mais intenso, utilize quantidades menores. Use sempre diluições mínimas em crianças, idosos e gestantes.

AAromatização Ambiental: pingue mais ou menos 12 gotas de OE na água do difusor ambiental. Adicione mais ou menos gotas de acordo com a intensidade do aroma.

BOBochecho: pingue 3 gotas de OE em um copo d’água, ou dilua em 3ml de OV. Não engolir.

CAColar Aromático: pingue 3 gotas de OE no algodão e acomode-o no orifício do colar. Adicione mais gotas toda vez que o aroma acabar.

FLFricção Local: dilua de 3 até 5 gotas de OE em 1 CS de OV e fricione a área afetada.

FPFricção Plantar: pingue 3 gotas de OE diretamente na planta de cada pé e friccione. Para OE dermoagressivos friccione diretamente pé com pé, não utilze as mãos.

IInalação: no lenço, pingue 3 gotas de OE; no inalador própro para uso de OE, pingue 5 gotas; no pulso, pingue 2 gotas de OE e friccione com o pulso da outra mão.

MMassagem: adicione de 50 a 70 gotas de OE em 120ml de OV e utilize-o na massagem.

PPerfume: use algumas gotas de OE como perfume natural. Nunca use óleos essenciais cítricos diretamente na pele e exponha-se ao sol.

SSpray: adicione 40 gotas de OE de sua preferência em uma solução de 60ml de álcool de cereais e 40ml de água deionizada. Use com um frasco spray.

TUso Tópico: pingue 5 gotas de OE diluídas em 1 CS de OV de pracaxi, andiroba, rosa mosqueta ou outro OV indicado.

TCUso Tópico Capilar: após o enxague final dos cabelos, pingue 5 gotas de OE no couro cabeludo, massageando-o, ou pingue 5 gotas de OE no couro cabeludo, deixe agir por no máximo 8h e lave os cabelos.

VVaporização: pingue de 8 a 15 gotas de OE em um recipiente com água quente, cubra a cabeça com uma toalha ou cobertor e inspire profundamente até a água esfriar.

Dermoagressivo para as mucosas, principalmente a ocular.
Desaconselhável o uso em bebês até os 30 meses.

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