Damasco 60ml

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Óleo Vegetal de Damasco prensado a frio

Nome cientifico: Prunus armeniaca
Origem: Índia
Obtenção: prensagem a frio das nozes
Coleção: Terra Flor Vegetal 60ml
Certificação: IBD Ingredientes Naturais
Selo IBD - Ingredientes Naturais, para produtos sem aditivos.
O Óleo de Damasco Terra Flor é essencial para a vitalidade e beleza de sua pele.
Possui um aroma doce, frutado, muito agradável, que desaparece em alguns minutos, deixando evidente a sua pureza.
Rico em ácidos graxos linoleico, oleico e linolênico, vitaminas A, B e E.
Utilizado por mulheres tibetanas para proteger o rosto dos efeitos nocivos do sol, frio e vento das montanhas.
Penetra rapidamente a barreira cutânea, nutrindo, tonificando e revitalizando a pele sem deixá-la oleosa.
Se utilizado com frequência surpreende pela capacidade de reduzir manchas, restaurando a cor e a elasticidade da pele.
É indicado para todos os tipos de pele, mas em especial para as desidratadas, maduras ou com sinais de envelhecimento precoce e rugas prematuras.
Bem distribuído na pele, restaura a barreira epidérmica, suavizando as linhas finas de expressão e rugas prematuras (2).
Apresenta potencial de ação anti-inflamatória que possibilita seu uso como coadjuvante em tratamentos de celulite com excelentes resultados.
Seu alto nível de ácidos graxos insaturados o torna não oleoso, e sua combinação de ácidos oleico, linoleico e linolênico ajuda a aliviar e prevenir a acne.
Massagem no couro cabeludo ajuda a prevenir a queda de cabelos.
Aplicado na pele com coceira, rachada, ferida ou dolorida, facilita a cicatrização mais rápida sem deixar resíduos gordurosos. É ideal para uso em pele propensa a acne ou pele afligida com eczema.
Pode ser adicionado a hidratantes caseiros naturais para o rosto e o corpo.

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Damasco – Prunus armeniaca

Família: Rosaceae
Cor: amarelo levemente alaranjado

É uma árvore originária da Ásia Central, com aproximadamente 8 a 12 metros de altura, possui um fruto muito parecido ao pêssego (1).
A espécie Prunus armeniaca significa “ameixa armênia”. Esse nome é uma homenagem a Armênia, país de onde é nativo e no qual foi cultivado desde os tempos antigos. Na Armênia, a madeira de árvores de damasco é usada para criar esculturas.
Algumas fontes históricas citam a Índia como o local onde os damascos foram cultivados pela primeira vez antes de 3000 aC.
Os damascos foram introduzidos em Roma pelo general romano Luculo e na Grécia pelo rei Alexandre o Grande, desta forma foram trazidos à Europa durante o império romano para depois se espalharem por várias localidades.
A Turquia é atualmente conhecida por ser o maior produtor de damascos.
Foi muito utilizado pelo povo Hunza, na fronteira entre a Índia e Paquistão, estes eram conhecidos como “o povo que nunca envelhece”, vivem cerca de 120 anos com uma aparência muito jovem (2).
O óleo de damasco foi usado na medicina tradicional chinesa para tratar edemas, úlceras, artrite, artrose, dores musculares e articulares. Uma antiga formulação chinesa antireumática circulou em todo o mundo no início do séc XV e continuou a ser usada para o mesmo fim na Inglaterra durante todo o século XVII.
Abordagens tradicionais da medicina Ayurvédica, também se valiam das propriedades hidratantes do óleo de damasco para retardar a aparência do envelhecimento e de suas propriedades estimulantes da imunidade melhorando a saúde em geral. Usado medicinalmente, o óleo de damasco é um aliado para aliviar problemas relacionados a articulações rígidas e doloridas.
O óleo de damasco continua a ser usado até hoje na pele, cabelos e cuidados com a saúde por suas propriedades suavizantes, hidratantes, rejuvenescedoras e nutritivas.
Devido ao fato de que damascos pertencem à mesma família de drupas como amêndoas, é comparável ao óleo de amêndoa doce e pode ser usado como seu substituto.
A textura semi oleosa faz desse óleo um grande auxiliar nas misturas para massagem (1,2).
Rico em vitamina A, é essencial para a vitalidade e beleza da pele.
O óleo é extraído da amêndoa.
É composto principalmente por ácidos graxos insaturados e elevadas concentrações de vitaminas:
Ácido linolênico – ômega-3 (3-5%)
Ácido linoleico – ômega-6 (22–32%)
Ácido oleico – ômega-9 (62–72%)
Ácido palmítico (0,5-1%)
Vitaminas A, B1, B2, B6 e E.

Cosmética

O óleo de damasco é extremamente fluido, penetra rapidamente a barreira cutânea tonificando e revitalizando a pele sem deixá-la oleosa.
Surpreende quando usado frequentemente por reduzir manchas, restaurando a cor da pele.
É indicado para todos os tipos de pele, mas em especial para as desidratadas e com sinais de envelhecimento precoce e rugas prematuras.
Bem distribuído na pele, restaura a barreira epidérmica e a coloração natural da pele. Suaviza as linhas finas e rugas, ajuda a restaurar a elasticidade da pele (2).
Apresenta potencial de ação anti-inflamatório que possibilita seu uso como coadjuvante em tratamentos de celulite com excelentes resultados.
Seu alto nível de ácidos graxos insaturados o torna não oleoso, e sua combinação de ácidos oleico, linoleico e linolênico ajudam a aliviar e prevenir a acne.
Ideal para uso na pele madura.
Massagem no couro cabeludo ajuda a prevenir a queda de cabelos.
Aplicado napele com coceira ou rachada facilita a cicatrização mais rápida sem deixar resíduos gordurosos.
É ideal para uso em pele propensa a acne ou pele afligida com eczema.
Pode ser adicionado a hidratantes caseiros naturais para o rosto e o corpo.

Modo de usar

Use-o em massagem facial e corporal, puro ou com adição de óleos essenciais.
Para hidratar a pele, aplicar no corpo ainda molhado após o banho. Não é necessário enxaguar.
Para hidratar os cabelos, aplique 2 horas antes de lavá-los.

Vishwa Schoppan
Bióloga, Ecóloga, Aromaterapeuta.

Referências:

1. Krcmar M. Les huiles végétales pour votre santé. Labège: Éditions Dangles, 2007. 77-117-120p.
2. Clergeaud C & L. Les Huiles Végétales, huiles de santé et de beauté. Bruxelles: Editions Amyris, 2003.110p.

Óleo vegetal (OV)

São substâncias lipídicas, obtidas por pressão a frio das partes gordurosas de algumas frutas e leguminosas (1).
Em sua constituição química encontramos vitaminas, lecitinas, minerais e ácidos graxos essenciais.
Os ácidos graxos essenciais: consistem em um tipo de lipídio formado por cadeias longas de carbonos (C) com um grupamento carboxila (–COOH) em uma de suas extremidades. Utilizados como combustível celular, constituem uma das principais fontes de energia para a célula juntamente com a glicose e as proteínas (2).
Podem se apresentar na forma saturada ou insaturada, dependendo da ligação entre os átomos de C e O de suas moléculas.
Ácido graxos saturados: possuem ligações simples entre os átomos de C e O. São majoritariamente de origem animal e tendem a ser sólidos à temperatura ambiente. Devem ser consumidos em pequenas quantidades pois estão relacionados à doenças cardiovasculares.
Ácido graxos insaturados: possuem ligações duplas entre os átomos de C e O. Costumam ser de origem vegetal e normalmente apresentam-se líquidos à temperatura ambiente. São importantes na manutenção da integridade das membranas celulares e na produção de hormônios. Muito utilizados na cosmética por fornecerem à epiderme os elementos necessários a sua estruturação, hidratação, maciez e vitalidade. Protegem a célula epitelial contra a degeneração e oxidação prematura (2,3).
Principais ácidos graxos insaturados:
Ácido linolênico (ômega-3)
Ácido linoleico (ômega-6)
Ácido oleico (ômega-9)
Pela alta concentração de ácidos graxos presentes na constituição dos OV, estes apresentam ação antioxidante e reconstituinte da camada córnea da pele. Ajudam a manter a elasticidade e combater seu envelhecimento precoce.
Dão brilho à pele e aos cabelos deixando-os flexíveis, macios e tonificados.
Os OV ou óleos carreadores, como são também chamados, são utilizados como veículos para diluição dos óleos essenciais (OE), uma vez que muitos OE são dermoagressivos se usados puros sobre a pele.
Os OV permitem que os OE sejam usados com segurança, possibilitando sua absorção.
O processo de extração é fundamental para garantir suas propriedades e características. Muitos óleos comercializados no varejo são prensados em altas temperaturas ou com uso de solventes de grau não alimentício, o que faz com que as moléculas se desagreguem, saturando-se e perdendo seu efeito terapêutico. O que garante a estabilidade molecular e as propriedades de um OV é seu método de extração. A obtenção por pressão a frio é considerado o melhor método para manter a integridade molecular do OV e com isso garantir seu efeito terapêutico.
A Terra Flor preza pela alta qualidade de seus produtos, por isso só comercializamos OV extraídos por pressão a frio. Embora nossos OV sejam direcionados para uso em massagem e aromaterapia, muitos possuem padrão alimentício, tais como amêndoas doce, castanha do Brasil, chia, linhaça dourada, semente de abóbora, semente de uva e girassol.

Vishwa Schoppan
Bióloga, Ecóloga, Aromaterapeuta.

Referências:
1. Corraza S. Aromacologia, uma ciência de muitos cheiros. São Paulo: Editora SENAC São Paulo, 2002.
2. Faucon M. Traité D’Aromathérapie Scientifique et Medicale Les Huiles Essentielles. (3 ed.). Paris: Éditions Sang de la Terra; 2017.
3. Krcmar M. Les huiles végétales pour votre santé. Labège: Éditions Dangles, 2007.

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