Jojoba 60ml

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Óleo Vegetal de Jojoba prensado a frio

Nome cientifico: Simmondsia chinensis
Origem: Deserto do Arizona (EUA)
Obtenção: prensagem a frio das sementes
Coleção: Terra Flor Vegetal
Certificação: IBD Ingredientes Naturais
Selo IBD - Ingredientes Naturais, para produtos sem aditivos.
O Óleo de Jojoba Terra Flor protege sua pele de forma inigualável.
Age combatendo o envelhecimento precoce da pele e a formação de rugas prematuras.
Indicado para todos os tipos de pele, ressecadas e desidratadas, oleosas, mistas, acneicas e inflamadas, pois potencialmente regula a produção de gordura da pele.
Pode ser usado sobre a área do rosto, ao redor dos olhos e da boca como um substituto ao creme facial, de manhã e à noite.
Sua composição biquímica é muito semelhante à estrutura química das membranas epidérmicas, o que permite que ele reforce o filme hidrolipídico e regule o fluxo de sebo da pele oleosa, podendo ser utilizado em peles propensas ao excesso de oleosidade e acne.
Também equilibra as glândulas sebáceas do couro cabeludo, dando vitalidade aos cabelos e evitando sua queda.
Para regular o excesso de oleosidade nos cabelos, aplique sobre o couro cabeludo e friccione levemente, depois aplique ao longo dos fios para obter uma ação reguladora da secreção de sebo e ao mesmo tempo nutrir as pontas que podem estar mais secas.
Pode ser usado para acalmar a pele após a depilação.

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Jojoba – Simmondsia chinensis

Família: Simmondsiaceae
Cor: amarelo claro
A jojoba é originária do sudoeste da América do Norte.
O nome Jojoba se origina da palavra Hohowi, um nome dado às sementes – ou aos “grãos/nozes” – pelo O’odham, uma tribo nativa norte americana que descobriu a versatilidade das sementes da jojoba.
A jojoba, é um arbusto cuja altura varia de 20 centímetros a 5 metros. Possui um sistema radicular que pode alcançar até 30 metros de profundidade à procura de água. Consegue sobreviver a uma seca de até 18 meses (1,2).
A tribo O’odham criou e usou uma pasta anti-oxidante feita a partir das sementes da jojoba para os cuidados cosméticos com a pele e cabelos.
Para fins medicinais, eles usaram uma pasta das sementes da jojoba ou o óleo para tratar ferimentos e queimaduras.
Outros indígenas nativos da América do Norte tradicionalmente também utilizavam esse óleo para aliviar a irritação da pele exposta ao sol além dos cuidados da pele e dos cabelos (1).
Uma grande curiosidade bioquímica sobre o líquido comumente conhecido como óleo de jojoba é que ele não é quimicamente um óleo, mas sim um éster de cera líquido.
Seu óleo, extraído das sementes, ficou mundialmente conhecido devido aos missionários espanhóis nos séculos XVIII e XIX (2,3).
Antes do uso generalizado do óleo de jojoba, os produtos de óleo do esperma dos cachalotes e da gordura da baleia eram muito usados em formulações cosméticas. No entanto, quando a caça às baleias tornou-se ilegal na década de 70, o uso do óleo do cachalote e outras ceras animais usadas na cosmética foram proibidas. Com a descoberta de que óleo de jojoba era semelhante a gordura produzida pelo seu antecessor em termos de fornecimento de umidade para todos os tipos de pele e também em aspectos bioquímicos, este, substituiu o óleo de cachalotes e da gordura da baleia na produção de cosméticos.
Hoje, o óleo de jojoba é amplamente conhecido e usado por seus benefícios cosméticos hipoalergênicos.
Composto por quase todas as vitaminas e minerais necessários para facilitar a manutenção da hidratação da pele e o crescimento de cabelo saudáveis, tem sido referenciado mundialmente como uma panacéia para peles sensíveis.
O óleo de jojoba demonstrou inúmeras vantagens, como a capacidade de hidratar enquanto limpa e controla a produção de óleo, capacidade de melhorar a aparência e a sensação de pele e cabelo fortalecidos e brilhantes e seu potencial de reduzir a aparência de marcas indesejadas na pele.
Por sua riqueza molecular lhe é conferido um lugar de destaque na cosmetologia moderna. Suas propriedades protetoras da pele são inigualáveis. Agem contra o envelhecimento precoce da pele e a formação de rugas prematuras.
Mantém o equilíbrio das glândulas sebáceas do couro cabeludo, dando vitalidade aos cabelos, evitando a queda (4).
Vários estudos relatam atividades inseticidas e antifúngicas da jojoba.
Possui ainda em sua composição componentes que apresentam FPS 5 (2,5).
Não oxida com facilidade, ou seja, não fica rançoso, apresentando vida longa. Em sinergia com outros óleos evita a oxidação da sinergia.
É usado na fabricação de óleos de massagens e cremes hidratantes para pele (4,2).
A semente de jojoba contém 50% de cera líquida e 30% de proteína.
Ácido oleico – ômega 9, ésteres, álcoois, vitamina E e sais minerais.
Contém ácido gondóico (71,3%), um tipo de gordura encontrada na gordura das baleias.

Cosmética

O Óleo de Jojoba Terra Flor hidrata, acalma, nutre e suaviza a pele sem deixar resíduos gordurosos.
Usado topicamente, age como um emoliente não comedogênico, de rápida absorção e de longa duração.
Faz a assepsia da pele para evitar o crescimento de bactérias nocivas e promover a citofilaxia das células epiteliais, ajudando no crescimento de uma nova pele clara, saudável e flexível.
Devido a uma composição química que se assemelha a gordura encontrado na pele humana, o óleo de jojoba é muito bem tolerado pela pele (3).
Pode equilibrar a produção de óleo da pele para reduzir os efeitos da acne, eliminando o excesso de oleosidade natural nos poros.
Indicado para todos os tipos de pele, ressecadas e desidratadas, oleosas, mistas, acneicas e inflamadas, pois age regulando a produção de gordura da pele (4).
O óleo de jojoba ativa o metabolismo da elastina e diminui a perda da água pelas células, o que o torna um produto ideal para peles secas e desidratadas, mantendo a maciez e elasticidade da mesma.
Possui propriedades anti-rugas e anti-envelhecimento cutâneo.
Pode ser usado sozinho sobre o rosto, ao redor dos olhos e da boca como um substituto ao creme, de manhã e à noite.
Usado nas unhas, o óleo de jojoba fortalece e hidrata as cutículas, evitando a formação de infecções nos leitos ungueais.
As propriedades anti-bacterianas e anti-fúngicas do óleo de jojoba eliminam a caspa e reparam qualquer dano, como quebra, deixando uma sensação de resfriamento no couro cabeludo. Este efeito fortificante global no cabelo encoraja-o a crescer mais rapidamente, tornando-o mais espesso e com brilho.
O cabelo seco e crespo pode se beneficiar das propriedades de condicionamento do óleo de jojoba, pois tornam o cabelo mais maleável e livre de nós.

Modo de usar

Use-o em massagem facial e corporal, puro ou com adição de óleos essenciais.
Para hidratar a pele, aplicar no corpo ainda molhado após o banho. Não é necessário enxaguar.
Quando aplicado em cabelos úmidos, o óleo de jojoba reveste o eixo do cabelo em sua cera líquida e evita que ele seque, selando a umidade.
Para regular o excesso de oleosidade nos cabelos, aplique sobre o couro cabeludo friccionando levemente, depois aplique ao longo dos fios para obter uma ação reguladora da secreção de sebo e ao mesmo tempo nutrir as pontas que são mais secas (4).
Pode ser usado para acalmar a pele após a depilação.

Vishwa Schoppan
Bióloga, Ecóloga, Aromaterapeuta.

Referências:
1. Clergeuad C & L. Les Huiles Végétales, huiles de santé et de beauté. Bruxelles: Editions Amyris, 2003.
2. Corazza S. Aromacologia, uma ciência de muitos cheiros. São Paulo: Editora SENAC São Paulo, 2002.
3. Al-obaidi JR. et al. A review on plant importance, biotechnological aspects, and cultivation challenges of jojoba plant. Biol. Res. (50) 25. 2017. Citado 29 mar 2018. Disponível em: https://scielo.conicyt.cl/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0716-97602017000100503&lng=es
4. Cousin N. Les huiles végétales pour votre santé. Paris: Delville, 2005.
5. Krcmar M. Les huiles végétales pour votre santé. Labège: Éditions Dangles, 2007.

Óleo vegetal (OV)

São substâncias lipídicas, obtidas por pressão a frio das partes gordurosas de algumas frutas e leguminosas (1).
Em sua constituição química encontramos vitaminas, lecitinas, minerais e ácidos graxos essenciais.
Os ácidos graxos essenciais: consistem em um tipo de lipídio formado por cadeias longas de carbonos (C) com um grupamento carboxila (–COOH) em uma de suas extremidades. Utilizados como combustível celular, constituem uma das principais fontes de energia para a célula juntamente com a glicose e as proteínas (2).
Podem se apresentar na forma saturada ou insaturada, dependendo da ligação entre os átomos de C e O de suas moléculas.
Ácido graxos saturados: possuem ligações simples entre os átomos de C e O. São majoritariamente de origem animal e tendem a ser sólidos à temperatura ambiente. Devem ser consumidos em pequenas quantidades pois estão relacionados à doenças cardiovasculares.
Ácido graxos insaturados: possuem ligações duplas entre os átomos de C e O. Costumam ser de origem vegetal e normalmente apresentam-se líquidos à temperatura ambiente. São importantes na manutenção da integridade das membranas celulares e na produção de hormônios. Muito utilizados na cosmética por fornecerem à epiderme os elementos necessários a sua estruturação, hidratação, maciez e vitalidade. Protegem a célula epitelial contra a degeneração e oxidação prematura (2,3).
Principais ácidos graxos insaturados:
Ácido linolênico (ômega-3)
Ácido linoleico (ômega-6)
Ácido oleico (ômega-9)
Pela alta concentração de ácidos graxos presentes na constituição dos OV, estes apresentam ação antioxidante e reconstituinte da camada córnea da pele. Ajudam a manter a elasticidade e combater seu envelhecimento precoce.
Dão brilho à pele e aos cabelos deixando-os flexíveis, macios e tonificados.
Os OV ou óleos carreadores, como são também chamados, são utilizados como veículos para diluição dos óleos essenciais (OE), uma vez que muitos OE são dermoagressivos se usados puros sobre a pele.
Os OV permitem que os OE sejam usados com segurança, possibilitando sua absorção.
O processo de extração é fundamental para garantir suas propriedades e características. Muitos óleos comercializados no varejo são prensados em altas temperaturas ou com uso de solventes de grau não alimentício, o que faz com que as moléculas se desagreguem, saturando-se e perdendo seu efeito terapêutico. O que garante a estabilidade molecular e as propriedades de um OV é seu método de extração. A obtenção por pressão a frio é considerado o melhor método para manter a integridade molecular do OV e com isso garantir seu efeito terapêutico.
A Terra Flor preza pela alta qualidade de seus produtos, por isso só comercializamos OV extraídos por pressão a frio. Embora nossos OV sejam direcionados para uso em massagem e aromaterapia, muitos possuem padrão alimentício, tais como amêndoas doce, castanha do Brasil, chia, linhaça dourada, semente de abóbora, semente de uva e girassol.

Vishwa Schoppan
Bióloga, Ecóloga, Aromaterapeuta.

Referências:
1. Corraza S. Aromacologia, uma ciência de muitos cheiros. São Paulo: Editora SENAC São Paulo, 2002.
2. Faucon M. Traité D’Aromathérapie Scientifique et Medicale Les Huiles Essentielles. (3 ed.). Paris: Éditions Sang de la Terra; 2017.
3. Krcmar M. Les huiles végétales pour votre santé. Labège: Éditions Dangles, 2007.

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