Rosa Mosqueta 60ml

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Óleo Vegetal de Rosa Mosqueta prensado a frio

Nome cientifico: Rosa rubiginosa
Origem: Chile
Obtenção: prensagem a frio das sementes
Coleção: Terra Flor Vegetal 60ml
Certificação: IBD Ingredientes Naturais
Selo IBD - Ingredientes Naturais, para produtos sem aditivos.
O Óleo de Rosa Mosqueta Terra Flor é uma excelente opção para auxiliar o processo de regeneração de sua pele, proporcionando-lhe juventude e flexibilidade.
É adequado à pele sensível, seca, com cicatrizes ou danificada pela exposição excessiva aos raios solares.
Tem efeitos antioxidantes e anti-envelhecimento e frequentemente é utilizado em produtos naturais para a pele madura.
É aliado da pele afligida por secura, eczema, hiperpigmentação e psoríase.
Restaura a elasticidade da pele com rugas prematuras, estrias, ou manchas da idade, mantendo uma aparência mais jovem.
Ajuda a reduzir cicatrizes antigas.
Este “Óleo da Juventude” hidrata profundamente a pele, criando uma barreira protetora que evita a sua desidratação.
Aplicado em áreas onde a pele é mais áspera, como joelhos, cotovelos e calcanhares calejados, restaura sua elasticidade.
Empregado cotidianamente no rosto e nas mãos, deixará sua pele sedosa e vitalizada.
Usado nos cabelos, os ácidos graxos deste óleo reduzem a coceira característica de um couro cabeludo seco.
Restaura instantaneamente o brilho dos cabelos, eliminando a caspa sem deixar resíduos gordurosos no couro cabeludo, facilitando o uso direto sem a preocupação de uma aparência oleosa.
Usado em massagem, o óleo de rosa mosqueta funciona como um agente calmante para reduzir a dor associada à inflamação nas articulações.
Em peles oleosas ou propensas a acne, fazer uso com moderação, pois pode agravar tais condições.

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Rosa Mosqueta – Rosa rubiginosa

Família: Rosaceae
Cor: alaranjado para o vermelho claro

O óleo de rosa mosqueta pode ser extraído das sementes de três espécies do gênero Rosa. A espécie Rosa Canina que é encontrada na África do Sul e na Europa e as espécies Rosa rubiginosa e Rosa moschata encontradas na América do Sul, na região andina do chile.
Desta forma, o nome Rosa Mosqueta é dado a pelo menos três espécies diferentes: Rosa moschata, Rosa rubiginosa e Rosa canina.

A Rosa mosqueta é uma planta é arbustiva, de 1 a 3 m de altura.
As pétalas de uma rosa são as partes mais comumente conhecidas por produzirem as infusões, hidrossóis e óleos essenciais usados ​​em cosméticos para benefícios de beleza, no entanto o óleo vegetal é extraído das sementes.

As flores são sucedidas por um fruto vermelho, inodoro, de sabor ácido e dentro desta estrutura se encontram as sementes, de onde se extrai o óleo (1).
Esse fruto também é chamado de “Rosehip”, são minúsculos e esféricos, laranja-avermelhados e comestíveis. Estes permanecem no arbusto depois que as rosas floresceram, perderam suas pétalas e morreram.

Preparações medicinais feitas os frutos foram utilizadas por antigos médicos chineses e pelos nativos norte americanos para cuidar de cãibras musculares e aliviar a rigidez e dor articular. Durante a Segunda Guerra Mundial, os frutos foram utilizados como um substituto para frutas cítricas, devido aos níveis de vitamina C encontrado nas sementes. Na Grã-Bretanha, durante a guerra, o óleo de semente de rosa mosqueta foi transformado em xarope para proteger e proporcionar alívio de indigestão, diarréia, infecção, cólicas menstruais e náusea.

Nos anos 80, estudos descobriram que as propriedades terapêuticas do óleo de rosa mosqueta seriam benéficas especialmente para peles sensíveis. Evidências sugeriram que o óleo foi capaz de reduzir efetivamente as marcas de cicatrizes, quando aplicado duas vezes ao dia.
O alto nível de ácidos graxos insaturados do óleo de rosa mosqueta impede que ele deixe um resíduo gorduroso na pele, classificado como um “óleo seco” é absorvido rapidamente pela pele.

Usado por mais de 2000 anos, especialmente pelas mulheres das comunidades maias, egípcias e indígenas norte americanas, bem como pelos índios andinos do Chile, o óleo de rosa mosqueta tem sido matéria prima preciosa em formulações cosméticas.
É considerado o “óleo da juventude”.

Rico em ácidos graxos insaturados como:
Ácido linolênico – ômega-3 (38-41%)
Ácido linoleico – ômega-6 (30-39%)
Ácido oleico – ômega-9 (10-15,9%)
Ácido palmítico (3,2%)
Ácido esteárico (0,8%)
Vitaminas C e E
Essas substâncias são indispensáveis à regeneração celular e à manutenção da flexibilidade da pele (1,2,3).
Além disso, é rico em retinol, uma forma extremamente ativa da vitamina A, que renova e reconstrói o tecido epitelial. O retinol é muito utilizado na dermatologia, para problemas cutâneos (2).

O óleo de rosa mosqueta deve ser armazenado em locais frescos, ao abrigo de luz para evitar oxidação (1,3).

Cosmética

O Óleo de Rosa Mosqueta Terra Flor é uma excelente opção para auxiliar o processo de regeneração de sua pele, proporcionando-lhe juventude e flexibilidade.
É adequado para a pele sensível, seca, com cicatrizes ou danificada pela exposição excessiva aos raios solares.
Os tipos de pele oleosa ou propensa a acne se beneficiarão mais com o uso moderado, pois este óleo pode agravar tais condições de pele.
Devido a sua composição, seu uso é especialmente útil nos produtos de efeito antioxidante e anti-envelhecimento sendo frequentemente utilizado em cosméticos naturais para a pele madura.
Acalma a pele afligida por secura, eczema, hiperpigmentação e psoríase. Este óleo leve e de fácil absorção não deixa resíduos oleosos na superfície da epiderme.
Restaura a elasticidade da pele com rugas, estrias, ou manchas da idade, restaurando e mantendo uma aparência mais jovem.
É de grande utilidade para os cuidados em queimaduras, cicatrização, redução de cicatrizes antigas, feridas mamilares, queloides, assaduras, ulcerações e psoríase.
Este “Óleo da Juventude” reabastece a hidratação da pele, criando uma barreira protetora que evita a sua desidratação.
Aplicado a áreas com pele áspera, como joelhos, cotovelos e calcanhares, restaura sua elasticidade e maciez.
Empregado cotidianamente no rosto e nas mãos, o óleo de Rosa Mosqueta deixará sua pele sedosa e vitalizada.
Aplicado nos cabelos, os ácidos graxos do óleo de rosa mosqueta reduzem a coceira característica de um couro cabeludo seco.
O óleo restaura instantaneamente o brilho dos cabelos, eliminando a caspa sem deixar resíduos gordurosos, facilitando o uso direto no couro cabeludo sem a preocupação de uma aparência e sensação oleosas.
Usado em uma massagem, o óleo de rosa mosqueta funciona como um agente calmante para reduzir a dor e a inflamação associadas à inflamação nas articulações.

Modo de usar

Use-o em massagem facial e corporal, puro ou com adição de óleos essenciais.
Para hidratar a pele, aplicar no corpo ainda molhado após o banho. Não é necessário enxaguar.
Para hidratar os cabelos aplicar a noite e lavar no dia seguinte, ou aplicar massageando o couro cabeludo, deixar por 4 horas e lavar.

Vishwa Schoppan
Bióloga, Ecóloga, Aromaterapeuta.

Referências:
1. Corazza S. Aromacologia, uma ciência de muitos cheiros. São Paulo: Editora SENAC São Paulo, 2002. 109p.
2. Clergeaud C & L. Les Huiles Végétales, huiles de santé et de beauté. Bruxelles: Editions Amyris, 2003.122p.
3. Krcmar M. Les huiles végétales pour votre santé. Labège: Éditions Dangles, 2007. 129-133p.

Óleo vegetal (OV)

São substâncias lipídicas, obtidas por pressão a frio das partes gordurosas de algumas frutas e leguminosas (1).
Em sua constituição química encontramos vitaminas, lecitinas, minerais e ácidos graxos essenciais.

Os ácidos graxos essenciais: consistem em um tipo de lipídio formado por cadeias longas de carbonos (C) com um grupamento carboxila (–COOH) em uma de suas extremidades. Utilizados como combustível celular, constituem uma das principais fontes de energia para a célula juntamente com a glicose e as proteínas (2).
Podem se apresentar na forma saturada ou insaturada, dependendo da ligação entre os átomos de C e O de suas moléculas.

Ácido graxos saturados: possuem ligações simples entre os átomos de C e O. São majoritariamente de origem animal e tendem a ser sólidos à temperatura ambiente. Devem ser consumidos em pequenas quantidades pois estão relacionados à doenças cardiovasculares.

Ácido graxos insaturados: possuem ligações duplas entre os átomos de C e O. Costumam ser de origem vegetal e normalmente apresentam-se líquidos à temperatura ambiente. São importantes na manutenção da integridade das membranas celulares e na produção de hormônios. Utilizados na cosmética por fornecerem à epiderme os elementos necessários a sua estruturação, hidratação, maciez e vitalidade. Protegem a célula epitelial contra a degeneração e oxidação prematura (2,3).

Principais ácidos graxos insaturados:
Ácido linolênico (ômega-3)
Ácido linoleico (ômega-6)
Ácido oleico (ômega-9)

Pela alta concentração de ácidos graxos presentes na constituição dos OV, estes apresentam ação antioxidante e reconstituinte da camada córnea da pele.
Ajudam a manter a elasticidade e combater seu envelhecimento precoce.
Dão brilho à pele e aos cabelos deixando-os flexíveis, macios e tonificados.

Os OV ou óleos carreadores, como são também chamados, são utilizados como veículos para diluição dos óleos essenciais (OE), uma vez que muitos OE são dermoagressivos se usados puros sobre a pele.

Os OV permitem que os OE sejam usados com segurança, possibilitando sua absorção.
O processo de extração é fundamental para garantir suas propriedades e características. Muitos óleos comercializados no varejo são prensados em altas temperaturas ou com uso de solventes de grau não alimentício, o que faz com que as moléculas se desagreguem, saturando-se e perdendo seu efeito terapêutico. O que garante a estabilidade molecular e as propriedades de um OV é seu método de extração. A obtenção por pressão a frio é considerado o melhor método para manter a integridade molecular do OV e com isso garantir seu efeito terapêutico.

A Terra Flor preza pela alta qualidade de seus produtos, por isso só comercializamos OV extraídos por pressão a frio. Embora nossos OV sejam direcionados para uso em massagem e aromaterapia, muitos possuem padrão alimentício, tais como amêndoas doce, castanha do Brasil, chia, linhaça dourada, semente de abóbora, semente de uva e girassol.

Vishwa Schoppan
Bióloga, Ecóloga, Aromaterapeuta.

Referências:
1. Corraza S. Aromacologia, uma ciência de muitos cheiros. São Paulo: Editora SENAC São Paulo, 2002.
2. Faucon M. Traité D’Aromathérapie Scientifique et Medicale Les Huiles Essentielles. (3 ed.). Paris: Éditions Sang de la Terra; 2017.
3. Krcmar M. Les huiles végétales pour votre santé. Labège: Éditions Dangles, 2007.

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