Pracaxi 60ml

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Óleo Vegetal de Pracaxi prensado a frio

Nome científico: Pentaclethra macroloba
Origem: Brasil
Obtenção: prensagem a frio das sementes
Coleção: Terra Flor Vegetal 60ml
Certificação: IBD Ingredientes Naturais
Selo IBD - Ingredientes Naturais, para produtos sem aditivos.
O Óleo de Pracaxi Terra Flor é um excelente umectante para ser usado no corpo e nos cabelos.
É utilizado na prevenção e cuidados com estrias. Seu uso pode apresentar melhoras na aparência da pele com estrias já formadas como também na prevenção de seu aparecimento na gestação e adolescência.
Este óleo ainda é rico em vitamina E, com alto potencial de proteção natural, que ajudam a suavizar os desconfortos causados por picadas de insetos, vermelhidão, inchaço, rugas e linhas de expressão.
Usado popularmente para suavizar manchas escuras, pode ser um coadjuvante nos cuidados de pele com acne e psoríase.
Nos cabelos, pode auxiliar de forma complementar no controle de caspa e queda dos cabelos.
Facilita o penteado de cabelos rebeldes, aumentando seu brilho natural.
Age na manutenção da hidratação capilar, como um filme protetor contra a perda de água pelos fios.

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Pracaxi – Pentaclethra macroloba (Willd.) Kuntze

Família: Arecaceae
Cor: amarelo para o alaranjado

A Pentaclethra macroloba é uma árvore que pode chegar até 14 metros de altura, geralmente encontrada nas várzeas inundáveis em algumas regiões da América Central e América do Sul, desde o nordeste da Venezuela até as Guianas (incluindo Trinidad e Tobago) e Amazônia.
As favas de 20 a 25 centímetros são coletadas nas praias e nas margens dos rios. Cada fava tem 4 a 8 sementes, de onde o óleo é extraído.
O óleo de pracaxi contém ácido beênico, ou docosanóico. O ácido beênico é um ácido graxo saturado com 22 carbonos de cadeia linear, de fórmula química C21H43COOH. Com aparência de cristais ou um pó de coloração branca a creme.
Este ácido também é encontrado no óleo de amendoim (cujo aroma parece com o do pracaxi), no óleo de colza e nas sementes de acácia-branca e vem sendo utilizado pela indústria cosmética como alisante, em condicionadores e hidratantes para cabelo.
O óleo de pracaxi contém a mais alta concentração conhecida do ácido beênico (19%), que é seis vezes maior do que a do óleo de amendoim.
É empregado na indústria cosmética para maquiagem e para os cabelos devido às suas excelentes propriedades umectantes.

Entre os ácidos graxos presentes no óleo estão:
Ácido oleico – ômega-9 (65,67%)
Ácido linoleico – ômega-6 (1-2%)
Ácido linolênico – ômega-3 (2,30%)
Ácido palmítico (25,7%)
Ácido láurico (1,30%)
Ácido mirístico (1,21%)
Ácido esteárico (2,14%)

Cosmética

O Óleo de Pracaxi Terra Flor é um excelente umectante para ser usado no corpo e nos cabelos.
É utilizado na prevenção e cuidados com estrias. Seu uso tem apresentado melhoras evidentes na aparência da pele com estrias já formadas como também na prevenção de seu aparecimento na gestação e adolescência.
Este óleo ainda é rico em vitamina E, com alto potencial de proteção natural, que ajudam a suavizar os desconfortos causados por picadas de insetos, vermelhidão, inchaço, rugas e linhas de expressão.
Usado popularmente para suavizar manchas escuras, pode ser um coadjuvante nos cuidados de pele com acne e psoríase.
Nos cabelos, pode auxiliar de forma complementar no controle de caspa e queda dos cabelos.
Facilita o penteado de cabelos rebeldes, aumentando seu brilho natural.
Age na manutenção da hidratação capilar, como um filme protetor contra a perda de água pelos fios

Modo de usar

Use-o em massagem facial e corporal, puro ou com adição de óleos essenciais.
Para manter a hidratação da pele, aplicar no corpo ainda molhado após o banho. Não é necessário enxaguar.
Pode ser usado diretamente nos cabelos ou adicionado a produtos para fortalecimento capilar.
Para umectar os cabelos, aplique 2 horas antes de lavá-los, ou aplique a noite e lave-os pela manhã.

Vishwa Schoppan
Bióloga, Ecóloga, Aromaterapeuta.

Referências:
1 Morais LRB, Gutjahr E. Química de oleaginosas: valorização da biodiversidade amazônica, vol.2. Brasília: Agência da GIZ no Brasil, 2011.
2 Funasakia M, Barroso HS, Fernandes VLA, Menezes IS. Amazon Rainforest Cosmetics: chemical approach for quality control. Quim. Nova (39)2, 2016. 194-209 p.

Óleo vegetal (OV)

São substâncias lipídicas, obtidas por pressão a frio das partes gordurosas de algumas frutas e leguminosas (1).
Em sua constituição química encontramos vitaminas, lecitinas, minerais e ácidos graxos essenciais.

Os ácidos graxos essenciais: consistem em um tipo de lipídio formado por cadeias longas de carbonos (C) com um grupamento carboxila (–COOH) em uma de suas extremidades. Utilizados como combustível celular, constituem uma das principais fontes de energia para a célula juntamente com a glicose e as proteínas (2).
Podem se apresentar na forma saturada ou insaturada, dependendo da ligação entre os átomos de C e O de suas moléculas.

Ácido graxos saturados: possuem ligações simples entre os átomos de C e O. São majoritariamente de origem animal e tendem a ser sólidos à temperatura ambiente. Devem ser consumidos em pequenas quantidades pois estão relacionados à doenças cardiovasculares.

Ácido graxos insaturados: possuem ligações duplas entre os átomos de C e O. Costumam ser de origem vegetal e normalmente apresentam-se líquidos à temperatura ambiente. São importantes na manutenção da integridade das membranas celulares e na produção de hormônios. Utilizados na cosmética por fornecerem à epiderme os elementos necessários a sua estruturação, hidratação, maciez e vitalidade. Protegem a célula epitelial contra a degeneração e oxidação prematura (2,3).

Principais ácidos graxos insaturados:
Ácido linolênico (ômega-3)
Ácido linoleico (ômega-6)
Ácido oleico (ômega-9)

Pela alta concentração de ácidos graxos presentes na constituição dos OV, estes apresentam ação antioxidante e reconstituinte da camada córnea da pele.
Ajudam a manter a elasticidade e combater seu envelhecimento precoce.
Dão brilho à pele e aos cabelos deixando-os flexíveis, macios e tonificados.

Os OV ou óleos carreadores, como são também chamados, são utilizados como veículos para diluição dos óleos essenciais (OE), uma vez que muitos OE são dermoagressivos se usados puros sobre a pele.

Os OV permitem que os OE sejam usados com segurança, possibilitando sua absorção.
O processo de extração é fundamental para garantir suas propriedades e características. Muitos óleos comercializados no varejo são prensados em altas temperaturas ou com uso de solventes de grau não alimentício, o que faz com que as moléculas se desagreguem, saturando-se e perdendo seu efeito terapêutico. O que garante a estabilidade molecular e as propriedades de um OV é seu método de extração. A obtenção por pressão a frio é considerado o melhor método para manter a integridade molecular do OV e com isso garantir seu efeito terapêutico.

A Terra Flor preza pela alta qualidade de seus produtos, por isso só comercializamos OV extraídos por pressão a frio. Embora nossos OV sejam direcionados para uso em massagem e aromaterapia, muitos possuem padrão alimentício, tais como amêndoas doce, castanha do Brasil, chia, linhaça dourada, semente de abóbora, semente de uva e girassol.

Vishwa Schoppan
Bióloga, Ecóloga, Aromaterapeuta.

Referências:
1. Corraza S. Aromacologia, uma ciência de muitos cheiros. São Paulo: Editora SENAC São Paulo, 2002.
2. Faucon M. Traité D’Aromathérapie Scientifique et Medicale Les Huiles Essentielles. (3 ed.). Paris: Éditions Sang de la Terra; 2017.
3. Krcmar M. Les huiles végétales pour votre santé. Labège: Éditions Dangles, 2007.