Gerânio Roseum 5ml

R$125,80
R$ 120,77 no Pix ou 4x de R$ 31,45

Em estoque

Óleo essencial da amorosidade

Nome científico: Pelargonium roseum X asperum syn. Pelargonium graveolens var. roseum
Origem: África do Sul
Obtenção: destilação a vapor da planta florida
Coleção: Terra Flor Raro 5ml
Certificação: IBD Ingredientes Naturais
Selo IBD - Ingredientes Naturais, para produtos sem aditivos.

Aroma inebriante da sinergia entre o gerânio e a rosa. Mais doce que os demais gerânios, lembra aromas exóticos orientais.
Suas qualidades aromáticas sutis auxiliam no resgate da autoestima da alma feminina ferida.
Seu aroma inspira amor, cuidado e delicadeza em momentos de instabilidade, quando nos sentimos à flor da pele.
Coadjuvante das mulheres na busca por equilíbrio em períodos de transição hormonal.
Aroma adstringente e tonificante, ideal para os cuidados de pele.

Desaconselhável o uso durante os três primeiros meses da gestação.

Faça o seu Login para liberar o download
dos arquivos de cromatografia e/ou laudo técnico de análise.

Você também pode gostar de…

Gerânio roseum – Pelargonium roseum X asperum syn. Pelargonium graveolens var. roseum

Pelargonium origina-se do grego “pelargos”, que significa “cegonha”. Usado popularmente em rituais do sagrado feminino para atrair a fertilidade.
Os gregos têm o costume de pingar uma gota de óleo essencial de gerânio nas malas para protegê-las e evitar que sejam extraviadas. Já os romanos cultivavam essa planta nas varandas para atrair bons vizinhos e bons visitantes.
O gênero Pelargonium pertence à família botânica Geraniaceae. Esta família apresenta três gêneros: Geranium, Erodium e Pelargonium (1). Na aromaterapia o gênero mais utilizado é o Pelargonium. São plantas delicadas e odoríferas, herbáceas, raramente subarbustivas com folhas inteiras ou fendidas, de disposição alternas entalhadas em forma de mãos.
De acordo com Kasia (2013), o primeiro registro de cultivo do gênero Pelargonium surgiu na Inglaterra em 1633. Infere-se que a origem tenha sido Cape Town, África do Sul. Mais tarde foi catalogado como Pelargonium triste.
Em 1686, dez espécies de Pelargonium foram encontradas crescendo no Jardim Botânico em Leyden-UK. A partir deste momento, pelargônios tornaram-se membros importantes da flora europeia de jardins. Entre 1771 e 1772, Francis Masson foi enviado à África do Sul para coletar espécies de pelargônios perfumados. Sua busca durou 6 anos e resultou na identificação das seguintes espécies perfumadas: Pelargonium radens, Pelargonium quercifolium e Pelargonium graveolens, bem como o Pelargonium crispum, com aroma de limão.
O problema com a classificação das espécies de Pelargônios surge devido à facilidade com a qual se hibridizam. Em 1753, Linnaeus publicou seu Species Plantarum que, embora tenha estabelecido o sistema binomial de nomenclatura, não reconheceu Pelargonium como um gênero distinto e manteve o nome genérico de gerânio para as 20 espécies de Pelargonium conhecidos naquele tempo. Tal era o reconhecimento de Linnaeus na época, que o gênero Geranium foi mantido por mais de 40 anos antes do gênero Pelargonium ser finalmente aprovado (1).
Entre 1787 e 1838, sete obras monográficas foram publicadas e nomes diferentes foram aplicados por diferentes autores para a mesma espécie de pelargônios, e nomes idênticos foram aplicados por diferentes autores para pelargônios diferentes. Mudas híbridas foram cultivadas sob os mesmos nomes de seus pais maternos e, dessa forma, a confusão resultante ainda persiste. Por exemplo: em alguns casos, a planta que é chamada de Pelargônio ‘essência de rosas’ parece ser o Pelargonium capitatum; enquanto a planta que é cultivada como Pelargonium capitatum é um híbrido entre Pelargonium graveolens e Pelargonium radens que é apropriadamente chamado Pelargonium X asperum. Do mesmo modo, pelo menos algumas plantas cultivadas como Pelargonium odoratissimum são provavelmente mudas híbridas de Pelargonium exstipulatum e devem ser adequadamente chamadas de Pelargonium X fragrans.
Com base no trabalho genético do gênero, M. G. Daker concluiu que a maioria dos pelargônios aromáticos são derivados de duas espécies: Pelargonium graveolens e Pelargonium crispum (2). Atualmente, é consenso entre os botânicos que o gênero Pelargonium possui cerca de 260 espécies, a maioria proveniente da região costeira da África do Sul. Muitas espécies de Pelargônios são fáceis de crescer e por isso se tornaram tão populares como plantas de jardim que são agora cultivadas em todo o mundo (1).

Quase todos os cultivos de Pelargônios surgidos na Europa são de origem híbrida. O cultivo comercial começou no início do século XIX em Grasse, na França, que continuou a ser o principal centro de produção até a Segunda Guerra Mundial. A produção de Pelargonium rosat mudou, então, para Argélia, Marrocos e Reunião. Os mais importantes produtores de óleo de gerânio atualmente são China, Egito, Marrocos, África de Sul e Reunião, mas extensos setores de importância local começam a surgir na Índia e na Península da Criméia, Cáucaso e no Tajiquistão.

Para se obter 1L de OE de gerânio são necessários aproximadamente 800kg de planta florida. Este é um óleo essencial muito apreciado na perfumaria e na indústria de cosméticos.

Componentes moleculares:
Citronelol 17,76%
Geraniol 3,20%
Formato de citronelila 7,32%
Linalol 4,73%
Formiato de geranila 14,66%

Aromacologia

Óleo Essencial da amorosidade
Aroma inebriante da sinergia entre o gerânio e a rosa. Mais doce que os demais gerânios, lembra aromas exóticos orientais.
O OE de gerânio roseum é conhecido por seus benefícios em relaxar o corpo e aliviar os desconfortos femininos durante a fase menstrual.
Seu aroma alivia agitação, irritabilidade, medo e pode auxiliar pessoas com comportamento compulsivo de autodestruição a lidar melhor com as suas emoções.
Suas qualidades aromáticas sutis auxiliam no resgate da autoestima da alma feminina ferida.
Seu aroma inspira amor, cuidado e delicadeza em momentos de instabilidade, quando nos sentimos à flor da pele.
Formas de uso: ABCAMST

Cosmética

Considerado uma jóia rara para a pele, pode ser adicionado a cremes e óleos para os cuidados com peles desvitalizadas, ressecadas ou danificadas. Formas de uso: CFLM
É um coadjuvante dos cosméticos com potencial tônico e regenerador da pele. Formas de uso: FLMT
Aroma adstringente, pode ser útil em cuidados para equilibrar a oleosidade da pele e melhorar o aspecto da pele acneica. Formas de uso: TUF
Útil em massagens para diminuir os desconfortos de edemas, celulite, tornozelos e pés inchados. Formas de uso: EPFLMT

Usos Tradicionais

Aroma popularmente utilizado nos cuidados femininos. Promove bem-estar e alívio dos desconfortos comuns no período menstrual, climatério e pós-menopausa. Formas de uso: BCFLM.
Pode ser usado em compressas de argila para os cuidados com os seios e região do útero. Formas de uso: C
Estimulante da circulação saudável, proporciona alívio e bem-estar em caso de celulite e inchaço nos tornozelos. Formas de uso: BCFLM
Estudos investigam a relação dos componentes do gerânio no controle da glicemia e manutenção dos níveis saudáveis de insulina (3). Formas de uso: BCFLM
Seu aroma tonifica a mente, combate a fadiga e a falta de ânimo. Formas de uso: ABCFLM

Desaconselhável o uso durante os três primeiros meses da gestação.

Vishwa Schoppan
Bióloga, Ecóloga, Aromaterapeuta.

Referências:
1. Kasia B. Geranium. Reaktion books, 2013.
2. Daker MG. ‘Kleine Liebling’ a Haploid Cultivar of Pelargonium. Nature, volume 211, 549–550p, 30 July 1966.
3. Franchomme P. La science de l’aromathérapie Vol.1. Romênia: Aromathéca, 2004.
4. Faucon M. Traité d’aromathérapie scientifique et médicale, les huiles essentielles: fondements et aide à la prescription. Éditions Sang de la Terre, 2017.

Legenda das Formas de Uso:

OE = óleo essencial
OV = óleo vegetal
CS = colher de sopa

ADVERTÊNCIA: teste o OE sempre que estiver sendo usado pela primeira vez. Para isso, pingue 2 gotas de OE nas axilas, na parte interna do cotovelo e atrás da orelha. Espere por 12hs e observe. Caso apresente alguma reação alérgica, não recomendamos o uso deste OE. Realize este teste mesmo se o OE estiver diluído a um veículo carreador.

A quantidade de gotas de OE sugeridas dependerá da intensidade do aroma do OE escolhido. Alguns OE possuem aroma mais intenso, utilize quantidades menores. Use sempre diluições mínimas em crianças, idosos e gestantes.

AAromatização Ambiental: Pingue mais ou menos 12 gotas de OE na água do difusor ambiental. Adicione mais ou menos gotas de acordo com a intensidade do aroma.

BBanho de Imersão (banheira ou ofurô): Para aromatizar a água do banho, dissolva de 7 até 21 gotas de OE em 3 CS de leite de côco. Adicione mais ou menos gotas de acordo com a intensidade do aroma. Dissolva a mistura na banheira ou ofurô. Nunca use OE diretamente na banheira sem diluição em veículo carreador.

BABanho de Assento: Dilua 10 gotas de OE em 5 CS de leite de côco e adicione à água fria do banho de assento.

CCompressa local com água ou argila: Pingue de 5 até 10 gotas de OE em 1 CS de OV e dissolva na água fria ou quente. Use uma toalha para fazer a compressa. Na argila, pingue 3 gotas de OE para 1 CS de argila, adicione água ou água floral até formar uma pasta consistente. Use quantas CS de argila forem necessárias para formar uma pasta que cubra toda a área a receber a compressa.

CAColar Aromático: Pingue 2 gotas de OE no algodão e acomode-o no orifício do colar. Adicione mais gotas toda vez que o aroma acabar. Evite OEs fotossensibilizantes ou dermoagressivos.

EPEscalda Pés: Dilua até 15 gotas de OE ou sinergia em 30ml de OV e coloque numa balde ou ofurô de pés com água morna, juntamente com 2 CS de sal grosso.

FLFricção Local: Dilua de 3 até 5 gotas de OE em 1 CS de OV e fricione a área afetada.

MMassagem: Adicione de 30 a 60 gotas de OE em 120ml de OV e utilize-o na massagem. Evite OEs dermoagressivos.

SSpray: Adicione 50 gotas de OE de sua preferência em uma solução de 70ml de álcool de cereais e 30ml de hidrolato da sua preferência ou água deionizada. Use com um frasco spray e borrife no ambiente, nas roupas de cama, cortinas e almofadas.

TUso Tópico: Pingue 5 gotas de OE diluídas em 1 CS de OV de pracaxi, andiroba, rosa mosqueta ou outro OV indicado.

UCUso capilar: Dilua 5 gotas de óleo essencial em 1 colher de sopa de óleo vegetal e aplique no couro cabeludo ou nos fios, massageando. Deixe agir por 10 minutos e enxágue em seguida com os produtos da sua preferência.

UFUso facial: Adicione até 8 gotas de óleo essencial em 60ml de óleo vegetal e utilize a quantidade necessária em massagens, oleações, compressas, higienização e outros cuidados faciais. Evite óleos essenciais fotossensibilizantes e/ou dermoagressivos.