Barú 60ml

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Óleo Vegetal de Barú prensado a frio

Nome cientifico: Dypterix alata
Obtenção: prensagem a frio das castanhas
Origem: Brasil
Coleção: Terra Flor Vegetal 60ml
Certificação: IBD Ingredientes Naturais
Selo IBD - Ingredientes Naturais, para produtos sem aditivos.
O Óleo de Barú Terra Flor é um ótimo hidratante para a pele prevenindo a presença de estrias.
Deixa a pele com uma aparência mais saudável e radiante.
A presença de agentes antioxidantes, vitamina E e ácidos graxos essenciais agem em conjunto com potencial anti-aging, protengendo a pele da ação de radicais livres e de elementos extrínsecos.
Rico em ômega 9, tem potencial redutor de inflamações. Útil nos cuidados preventivos contra a celulite.
É uma excelente opção de óleo vegetal para massagem por ser fino e de fácil absorção.

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Barú – Dypterix alata

Família: Leguminosae
Cor: amarelo claro a transparente

O barueiro, Dipteryx alata é uma árvore originária da América do Sul. Guiana, Brasil, Venezuela e Colômbia são os principais produtores. Esta árvore é a nativa do Cerrado brasileiro com intensa frutificação na fase adulta. Apresenta frutos em formato oval, levemente achatados e de coloração marrom, com uma única semente (noz) comestível, bastante apreciada pela população local (1).

A árvore mede em média 15 metros de altura, podendo chegar a 25 metros e viver até 1000 anos. O nome popular varia com o local, sendo mais conhecido como baru nos estados de Goiás, Tocantins, Minas Gerais e Distrito Federal, cumaru ou cumbaru em São Paulo, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. No exterior, o barú é conhecido como tonka beans. Tanto a polpa quanto a castanha são comestíveis e ricas em calorias e sais minerais (2).

A árvore dá frutos e cada fruta contém um única castanha; uma árvore produz de 1 a 3 kg por ano. Os frutos são colhidos à mão e secos por alguns dias ao sol antes de retirar a noz da fruta pronta para a venda. Esta cultura fornece uma renda importante para as famílias rurais e, como a árvore também pode ser usada para madeira dura, é importante que o uso seja gerenciado de forma sustentável. Atualmente pode ser considerada o “ouro do cerrado”.
No folclore antigo, acreditava-se que, se você segurasse 3 castanhas em sua mão e expressasse um desejo em voz alta, depois acomodasse estas castanhas sob o travesseiro, seu desejo se tornaria realidade.

O barú é usado tradicionalmente de várias maneiras. Sua castanha é apreciada como alimento humano e é rica em óleo insaturado, proteína, cálcio e fósforo.
A polpa do fruto é fonte de alimento para os animais do Cerrado.
Tem um sabor muito agradável, apesar de ainda não ser muito divulgado em receitas, pode dar um toque exótico e diferenciado em pratos diversos.

O óleo da semente revelou um elevado grau de insaturação entre 73 a 78%:
Ácido oleico – ômega-9 (40-50%)
Ácido linoleico – ômega-6 (23-28%)
Vitamina E (5,0 mg/100 g),
Potássio, fósforo, enxofre e ferro (1, 3).

Cosmética

O Óleo de Barú Terra Flor é um ótimo hidratante para a pele, prevenindo a presença de estrias.
Deixa a pele com uma aparência mais saudável e radiante.
Possui propriedades anti-aging graças à proteção antioxidante que proporciona contra os danos extrínsecos.
Protege a pele da ação dos radicais livres, regenerando-a devido à presença de vitamina E e ácidos graxos essenciais.
Devido ao ômega 9, apresenta potencial redutor de inflamações, útil nos cuidados preventivos do aparecimento de celulite.
É uma excelente opção de óleo vegetal para massagem por ser fino e de fácil absorção.

Modo de usar

Use-o em massagem facial e corporal, puro ou com adição de óleos essenciais.
Para hidratar a pele, aplicar no corpo ainda molhado após o banho. Não é necessário enxaguar.
Para hidratar os cabelos, aplique 2 horas antes de lavá-los.

Vishwa Schoppan
Bióloga, Ecóloga, Aromaterapeuta.

Referências:
1 Vera R. et al. Características químicas de amêndoas de barueiros (Dipteryx alata vog.) de ocorrência natural no cerrado do estado de Goiás, Brasil. Rev. Bras. Frutic., Jaboticabal – SP, 31(1): 112-118, 2009.
2 Sano SM, Ribeiro JF, Brito MA. Baru: biologia e uso, Planaltina, DF: Embrapa Cerrados, 2004.
3 Takemoto E. et al. Composição química da semente e do óleo de baru (Dipteryx alata Vog.) nativo do Município de Pirenópolis, Estado de Goiás. Rev. Inst. Adolfo Lutz, 60(2):113-117, 2001.

Óleo vegetal (OV)

São substâncias lipídicas, obtidas por pressão a frio das partes gordurosas de algumas frutas e leguminosas (1).
Em sua constituição química encontramos vitaminas, lecitinas, minerais e ácidos graxos essenciais.
Os ácidos graxos essenciais: consistem em um tipo de lipídio formado por cadeias longas de carbonos (C) com um grupamento carboxila (–COOH) em uma de suas extremidades. Utilizados como combustível celular, constituem uma das principais fontes de energia para a célula juntamente com a glicose e as proteínas (2).
Podem se apresentar na forma saturada ou insaturada, dependendo da ligação entre os átomos de C e O de suas moléculas.
Ácido graxos saturados: possuem ligações simples entre os átomos de C e O. São majoritariamente de origem animal e tendem a ser sólidos à temperatura ambiente. Devem ser consumidos em pequenas quantidades pois estão relacionados à doenças cardiovasculares.
Ácido graxos insaturados: possuem ligações duplas entre os átomos de C e O. Costumam ser de origem vegetal e normalmente apresentam-se líquidos à temperatura ambiente. São importantes na manutenção da integridade das membranas celulares e na produção de hormônios. Muito utilizados na cosmética por fornecerem à epiderme os elementos necessários a sua estruturação, hidratação, maciez e vitalidade. Protegem a célula epitelial contra a degeneração e oxidação prematura (2,3).
Principais ácidos graxos insaturados:
Ácido linoleico (ômega-6)
Ácido linolênico (ômega-3)
Ácido oleico (ômega-9)
Pela alta concentração de ácidos graxos presentes na constituição dos OV, estes apresentam ação antioxidante e reconstituinte da camada córnea da pele. Ajudam a manter a elasticidade e combater seu envelhecimento precoce.
Dão brilho à pele e aos cabelos deixando-os flexíveis, macios e tonificados.
Os OV ou óleos carreadores, como são também chamados, são utilizados como veículos para diluição dos óleos essenciais (OE), uma vez que muitos OE são dermoagressivos se usados puros sobre a pele.
Os OV permitem que os OE sejam usados com segurança, possibilitando sua absorção.
O processo de extração é fundamental para garantir suas propriedades e características. Muitos óleos comercializados no varejo são prensados em altas temperaturas ou com uso de solventes de grau não alimentício, o que faz com que as moléculas se desagreguem, saturando-se e perdendo seu efeito terapêutico. O que garante a estabilidade molecular e as propriedades de um OV é seu método de extração. A obtenção por pressão a frio é considerado o melhor método para manter a integridade molecular do OV e com isso garantir seu efeito terapêutico.
A Terra Flor preza pela alta qualidade de seus produtos, por isso só comercializamos OV extraídos por pressão a frio. Embora nossos OV sejam direcionados para uso em massagem e aromaterapia, muitos possuem padrão alimentício, tais como amêndoas doce, castanha do Brasil, chia, linhaça dourada, semente de abóbora, semente de uva e girassol.

Vishwa Schoppan
Bióloga, Ecóloga, Aromaterapeuta.

Referências:
1. Corraza S. Aromacologia, uma ciência de muitos cheiros. São Paulo: Editora SENAC São Paulo, 2002.
2. Faucon M. Traité D’Aromathérapie Scientifique et Medicale Les Huiles Essentielles. (3 ed.). Paris: Éditions Sang de la Terra; 2017.
3. Krcmar M. Les huiles végétales pour votre santé. Labège: Éditions Dangles, 2007.

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