Breu Branco (almécega) 10ml

R$136,00

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Óleo essencial da espiritualidade

Nome científico: Protium pallidum
Origem: Brasil
Obtenção: destilação a vapor
Coleção: Terra Flor Essencial – Seiva resinosa 10ml
Certificação: IBD Ingredientes Naturais

Selo IBD - Ingredientes Naturais, para produtos sem aditivos.

Aroma balsâmico, fresco e revitalizante, é um verdadeiro energético do ambiente.
Favorece a concentração, calma e direcionamento, facilitando a meditação.
Promove uma respiração leve e saudável.
Contribui para o alívio de tensões articulares e musculares.
Auxiliar nos cuidados de pele, alivia o desconforto de picadas de insetos.

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Breu branco – Protium ssp

Conhecido como almécegas, almescla, breu, breuzinho ou copal, o óleo essencial de breu branco pode ser extraído de diferentes espécies do Protium, pertencente à família das Burseraceae.

A família Burseraceae compreende 18 gêneros e mais de 700 espécies tropicais e subtropicais (1). As espécies dessa família produzem secreções fluídicas (oleoresinas) através de bolsas e canais localizados na casca ou mais internamente na madeira (2). Fazem parte desta família botânica a mirra, o olíbano e o palo santo, resinas consagradas em diferentes lugares do mundo.
Protium é o principal gênero pertencente à família Burseraceae e um dos gêneros mais comuns na América do Sul, sendo encontrado na flora da região Amazônica. A espécie P. heptaphyllum apresenta uma vasta distribuição, com seu domínio fitogeográfico na Amazônia, Cerrado, Caatinga e Mata Atlântica. Outras espécies de Protium ssp. também podem ser encontradas no Equador, Guiana Francesa e Peru. Os Protium integram a lista de plantas prioritárias da Região Norte, no grupo de plantas produtoras de óleos essenciais utilizados pela indústria de perfumes (1).

O breu é uma árvore pequena, de aproximadamente 10 m de altura e com a espessura de 50 a 60 cm de diâmetro na base, seu tronco é fino, se comparado a grandes árvores da floresta. Habita matas de terra firme, em solo argiloso. Geralmente é encontrada nas margens do rio Jari na Amazônia.

Uma curiosidade sobre o breu branco: para coletar as resinas do tronco da árvore, o “mateiro” passa o facão sob a base da crosta até retirá-la. Quando não é extraída, a seiva vai “amadurecendo” e se solidificando até cair no chão para depois surgir novamente em seu tronco. Ainda incrustada na árvore, basta tocar a resina para que o aroma se desprenda. Ao sofrer uma agressão, como uma picada de inseto, a árvore libera uma seiva branca e brilhante como forma de defesa. A resina que sai pelos poros, a princípio, lembra um mineral, com o tempo se solidifica e escurece.

O primeiro corte na árvore pode ser efetuado entre 8 a 10 anos de vida da árvore. Para ter uma exploração sustentável, não são recomendados mais do que 2 a 3 cortes por ano. Para produzir o óleo essencial, a resina coletada da árvore passa pelo processo de destilação. O rendimento varia conforme o método de extração. No processo de hidrodestilação, o rendimento da resina pode chegar a 11%, enquanto no arraste a vapor o rendimento é de aproximadamente 2,5%.

Devido ao seu aroma agradável e fresco, tanto a resina quanto o óleo essencial tem diversos usos na cultura local, como defumador e incenso em rituais religiosos, combustor para o fogo, ingrediente para a calafetação de canoas, fabricação de verniz, velas para iluminação e produtos para afastar os insetos. Seu óleo essencial é largamente empregado na indústria cosmética e de perfumes e também para a produção de produtos de higiene. As propriedades do óleo de breu branco são similares à seus análogos do gênero Boswellia encontrados na Índia e África.

O óleo essencial de breu pode ser extraído de várias partes da planta, como casca, resina, frutos e folhas, porém destaca-se o uso da resina. As folhas e casca são utilizadas como hemostático, cicatrizante, anti-inflamatório e descongestionante nasal. Já a resina é tradicionalmente utilizada pelas comunidades amazônicas como uma panaceia para os cuidados de saúde. Há registros de uso como repelente, cicatrizante, emoliente, expectorante, antisséptica, coadjuvante nos cuidados com a doença de chagas, assim como pode auxiliar nos cuidados com hemorragias. Em adição, estudos recentes comprovaram a atividade fungicida, acaricida, antimicrobiana, bactericida e gastroprotetora de óleos voláteis de P. heptaphyllum (1).

Componentes moleculares:
Hidrocarboneto monoterpênico: 10,5% α-pineno, 16,9% limoneno, 16,7% α-felandreno, 28,5% terpinoleno.
Segundo pesquisas de LIMA (2012), na tese em biotecnologia dos recursos naturais da amazônia, a resina fresca é rica em α-terpeno (18%), ρ-cymeno (36%), γ-terpeno (12%), e de uma resina mais antiga composta por ρ-cimeno (11%), terpinoleno ρ-cymeno-8-ol (11%), e dilapiol (16%).
A: delta-careno; B: p-cimeno; C: gama-cadineno, p-cimeno; D: limoneno, delta-felandreno, alfa-terpineol; E: alfa-pineno, limoneno.

Aromacologia

Óleo Essencial da espiritualidade
Seu aroma fresco e revitalizante promove uma limpeza energética e mental.
Acalma a mente, favorece a organização dos pensamentos, foco e atenção.
Facilita a concentração mental, apoia a meditação, conduz a mente para o presente, proporcionando a experiência do “aqui e agora”.
Adicionado no difusor ambiental, pode ser útil para momentos de confusão mental. Formas de uso: ACAS

Cosmética

Pode ser adicionado a cremes, óleos de massagem e cosméticos para os cuidados de pele.
Alivia os desconfortos provocados por picadas de insetos.
Favorece a beleza, brilho e maciez da pele e cabelos. Formas de uso: CFLMTUC

Usos Tradicionais

Na medicina popular amazônica, esta espécie é considerada um importante agente terapêutico, sendo utilizada como anti-inflamatório, cicatrizante, analgésico, expectorante, broncodilatador e espasmolítico. Formas de uso: ACAS
Pode auxiliar no resgate do bem-estar e alívio de tensões articulares e musculares. Formas de uso: CFLMT
Contribui para a respiração saudável, alívio de tensões na cabeça. Formas de uso: ACCAFLM
Promove relaxamento das tensões mentais e favorece o estado de alerta. Formas de uso: ACAS
Experimentos atestam a ação estimulante mental e da concentração deste OE. Formas de uso: ACAST
Também é tradicionalmente utilizado para a limpeza mental e energética. Formas de uso: ACAFLT
Na Amazônia, a resina do breu é queimada para afastar os mosquitos e outros insetos.
Na fitoterapia, a planta é utilizada como um cuidado natural para doenças venéreas e dor de cabeça.

Toxicidade: nenhuma referência encontrada na literatura pesquisada.
Precauções de uso: nenhuma referência encontrada na literatura pesquisada.

Formas de uso:
Difusão ambiental para purificação: adicione 12 gotas de OE de breu branco no difusor ambiental;
Óleo de massagem para aliviar tensões: adicione 60 gotas de OE de breu branco em 120ml de OV ou Sinergia Vegetal.
Para trazer a paz e a energia regeneradora da floresta: adicione 2 gotas de OE de breu branco no colar aromático pessoal.

Vishwa Schoppan
Bióloga, Ecóloga, Aromaterapeuta.

Referências:
1. ROCHA, Thiago Soares et al. Variabilidade química de óleos essenciais de Protium heptaphyllum. Research, Society and Development, v. 11, n. 10, p. e288111032835-e288111032835, 2022. DOI: 10.33448/rsd-v11i10.32835 Disponível em: https://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/view/32835
2. Lima da Silva, K. et al. (2021). COMPOSIÇÃO QUÍMICA E ATIVIDADE ANTIBACTERIANA DO ÓLEO ESSENCIAL DA RESINA DE PROTIUM HEBETATUM DALY (BURSERACEAE). South American Journal of Basic Education, Technical and Technological, 8(2), 245–253. Disponível em: https://periodicos.ufac.br/index.php/SAJEBTT/article/view/4469
3. LIMA, Suelen Cristina de Sousa et al. Propagação Vegetativa do Protium spp: Protium heptaphyllum, Protium spruceanum e Protium guacayanum. 2012.

Legenda das Formas de Uso:

OE = óleo essencial
OV = óleo vegetal
CS = colher de sopa

ADVERTÊNCIA: teste o OE sempre que estiver sendo usado pela primeira vez. Para isso, pingue 2 gotas de OE nas axilas, na parte interna do cotovelo e atrás da orelha. Espere por 12hs e observe. Caso apresente alguma reação alérgica, não recomendamos o uso deste OE. Realize este teste mesmo se o OE estiver diluído a um veículo carreador.

A quantidade de gotas de OE sugeridas dependerá da intensidade do aroma do OE escolhido. Alguns OE possuem aroma mais intenso, utilize quantidades menores. Use sempre diluições mínimas em crianças, idosos e gestantes.

AAromatização Ambiental: Pingue mais ou menos 12 gotas de OE na água do difusor ambiental. Adicione mais ou menos gotas de acordo com a intensidade do aroma.

BBanho de Imersão (banheira ou ofurô): Para aromatizar a água do banho, dissolva de 7 até 21 gotas de OE em 3 CS de leite de côco. Adicione mais ou menos gotas de acordo com a intensidade do aroma. Dissolva a mistura na banheira ou ofurô. Nunca use OE diretamente na banheira sem diluição em veículo carreador.

CCompressa local com água ou argila: Pingue de 5 até 10 gotas de OE em 1 CS de OV e dissolva na água fria ou quente. Use uma toalha para fazer a compressa. Na argila, pingue 3 gotas de OE para 1 CS de argila, adicione água ou água floral até formar uma pasta consistente. Use quantas CS de argila forem necessárias para formar uma pasta que cubra toda a área a receber a compressa.

CAColar Aromático: Pingue 3 gotas de OE no algodão e acomode-o no orifício do colar. Adicione mais gotas toda vez que o aroma acabar.

EPEscalda Pés: Dilua 15 gotas de OE ou sinergia em uma colher de OV e coloque numa balde ou ofurô de pés.

FLFricção Local: Dilua de 3 até 5 gotas de OE em 1 CS de OV e fricione a área afetada.

MMassagem: Adicione de 50 a 70 gotas de OE em 120ml de OV e utilize-o na massagem.

SSpray: Adicione 40 gotas de OE de sua preferência em uma solução de 60ml de álcool de cereais e 40ml de água deionizada. Use com um frasco spray.

TUso Tópico: Pingue 5 gotas de OE diluídas em 1 CS de OV de pracaxi, andiroba, rosa mosqueta ou outro OV indicado.