Hortelã pimenta 10ml

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Óleo essencial da concentração

Nome cientifico: Mentha piperita
Origem: EUA
Obtenção: destilação a vapor da planta florida
Coleção: Terra Flor Essencial
Certificação: IBD Ingredientes Naturais
Selo IBD - Ingredientes Naturais, para produtos sem aditivos.
Aroma herbal, fresco, estimulante da atenção.
Refrescante, ameniza o fogo emocional, acalma temperamentos explosivos, excesso de emotividade e irritação.
Revigora, acorda, alivia estafa mental e esgotamento nervoso.
Estimulante, aporta atenção e concentração.
Conduz ao estado de alerta. Aroma companheiro das longas viagens.
Indicado para momentos de letargia, preguiça e sonolência, onde necessita-se de energia e concentração para concluir as tarefas.
Potencial analgésico usado para combater cefaléia tensional, em alguns casos poderá atuar positivamente no combate inicial de enxaquecas.
Alivia dores musculares e articulares. Útil para acalmar torcicolo.
Combate bromidose (mau cheiro nos pés).
Potencial hipertensivo.
Alivia a impetuosidade do biotipo ayurveda Pitta.
Desaconselhável o uso durante a gestação.
Dermoagressivo para a mucosa ocular.
Desaconselhável o uso em bebês até os 30 meses.

Cromatografia Hortelã pimenta
Lote 008

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Hortelã pimenta – Mentha piperita

Mentha deriva do grego Minthe, ninfa que segundo a mitologia foi seduzida por Plutão e foi transformada em uma planta devido a ira de Perséfone, a esposa ciumenta. A lenda conta que em um acesso de fúria Perséfone esmagou-a no chão. Plutão, inconformado. transformou-a em uma erva para que pudesse cheirá-la eternamente.
Piperita: refere-se a seu sabor picante.
Mentha piperita= mistura apimentada
Em países de língua portuguesa, as espécies deste gênero são popularmente conhecidas como hortelãs, embora o nome menta também seja por vezes utilizado.
Disseminaram-se pelo globo, sofrendo hibridizações naturais, mutações e variações, dando oportunidade do surgimento de numerosas espécies, acabando assim por dificultar a correta identificação das inúmeras variedades e espécies, mesmo por especialistas.
O gênero Mentha, pertence a família botânica Lamiaceae, originário da América do Norte, Ásia e Europa mediterrânea.
As hortelãs ou mentas são plantas herbáceas vivazes, compreendendo numerosas espécies, das quais muitas são cultivadas em função de suas propriedades aromáticas, condimentares, ornamentais ou medicinais.
O gênero Mentha possui 18 espécies e diversos quimiotipos com diferenças inter e intra-específicas. Apesar da grande variabilidade fitoquímica, o maior interesse econômico na produção de óleo essencial das mentas deve-se à obtenção do constituinte mentol.
As mentas eram conhecidas e cultivadas da China ao Egito desde 2000 a.C.
Planta utilizada desde a antiguidade pelos egípcios, hebreus, gregos, medievais, romanos e americanos, com sua origem confundida com os mitos. Ela aparece em todas as listas de ervas da antiguidade: na Bíblia aparece como dízimo. Os árabes regavam as mesas de banquete com mentas antes das festas e limpavam o chão com a erva para estimular o apetite dos convidados (1).
Todas as mentas são hepáticas e favorecem a respiração metabólica da célula (2).
Menta X piperita, é um híbrido entre a M. aquatica e M. spicata.

Resumo das quatro espécies mais importantes do gênero Mentha na aromaterapia:
OE de M. piperita Hortelã pimenta
Tônico e estimulante, antálgico, regenerador hepático, colagogo, colérico, carminativo, antivomitivo, combate cefaléia.
Estimulante do trabalho de parto.
Rico em:
Álcool monoterpênico: 40 e 50% de mentol
Cetona: 20 a 30% mentona
0,1 a 2% pulejona

OE de M. spicata Hortelã verde
Acalma a inquietude, anti-inflamatória, mucolítica, hepatodigestiva, cicatrizante, combate leucorréia.
Rico em:
Hidrocarboneto monoterpênico: 20 a 25% limoneno
Álcool monoterpênico: 0,5 a 3% mentol
Cetona: 40 a 70% L-carvona
0,1 a 2% mentona

OE de M. citrataHortelã limão, H. Levante, H. bergamota
Relaxante, combate a fadiga nervosa, antálgico, antiespamódico, acalma a inquietude afetiva.
Tônico sexual masculino.
Rico em:
Álcool monoterpênico: 2 a 5% mentol
25 a 40% linalol
Cetona: 0,1 a 2% mentona
Éster: 40 a 57% acetato linalila

OE de M. arvensisMenta brasileira
Tonico e estimulante, analgésico, descongestionante vascular, combate cefaléia.
Rico em:
Álcool monoterpênico: 35 a 70% mentol
Cetona: 15 a 30% mentona
0,2 a 5% pulejona

Referência: Faucon M. Traité D’Aromathérapie Scientifique et Medicale Les Huiles Essentielles. Éditions Sang de la Terra, 2017.

Muitas espécies de mentas são hibridizadas a partir da Mentha aquatica L. selvagem.

A Mentha X piperita (L.), é uma planta herbácea, com caule tipo haste, arroxeado, aéreo, quadrado. As glândulas aromáticas encontram-se nas folhas, de forma ovaladas alongadas, dentadas e pecioladas. Inflorescências violáceas apicais.
É um híbrido, originário do cruzamento entre diversas espécies,provavelmente Mentha spicata L., Mentha aquatica L., Mentha longifolia Huds. e Mentha rotundifolia Huds.

Existe ainda uma variedade desta espécie, a M. piperita var. Mitchum, cultivada na Inglaterra, considerada de excelente qualidade.

Aromacologia

Óleo Essencial da concentração
Este aroma refresca, ameniza o fogo emocional, acalma temperamentos explosivos e excesso de emotividade.
Acalma crises de ciúmes.
Dissipa irritação e intolerância, ajudando a encontrar o discernimento.
Estimula o sistema nervoso, aportando atenção e concentração.
Conduz o estado de alerta.
Indicado para momentos de letargia, preguiça e sonolência, onde as tarefas ainda não foram finalizadas e necessita-se de energia e concentração (3).
Formas de uso: ACAFPIPS

Cosmética

OE utilizado na perfumaria e cosmética na fabricação de produtos de higiene pessoal como sabonete líquido, dentifrícios, loções de corpo, pós barba e pós depilação refrescantes. Formas de uso: HT
Suaviza o mau cheiro nos pés, “chulé”. Formas de uso: T
Abranda o ardor das aftas. Formas de uso: BO
Refresca a pele, alivia coceira de picadas de insetos, alergias, dermatite e eczema. Formas de uso: HT
Coadjuvante em tratamentos de beleza para combater celulite, varizes. Formas de uso: CEPFLM

Usos Tradicionais

Essa espécie é utilizada desde a mais remota antiguidade para fins medicinais, alimentícios e cosméticos.
A literatura etnobotônica registra suas propriedaes espasmolíticas, antivomitivas, carminativas, estomáquicas e anti-helmínticas (2).
Tônico e estimulante cerebral. A mentona é responsável pela sensação de alerta que o OE propicia, ajuda a aumentar a concentração e a capacidade de memorização. Estimulante, revitalizante e energético. Formas de uso: ACAFLIS
Devido a alta concentração de cetonas fluidificantes apresenta potencial colérico que aumenta a secreção da bílis e colagogo que aumenta a excreção da bílis. Excelente opção para insuficiênca hepática. Formas de uso: FP
Digestivo. Estudos demonstraram que o mentol é hepatoestimulante e colagogo, ajuda no tratamento de digestões lentas e difíceis, náuseas, vômitos, mal-do-mar, mal-aéreo, mal-terrestre e labirintite. Formas de uso: ACAFLIS
O mentol também é considerado um excelente vermífugo (2). Formas de uso: FP
Antiespasmódico, ameniza a cólica gastrointestinal, podendo ser útil no tratamento da síndrome do cólon irritável. Formas de uso: FPI
Mucolítico, expectorante, antiespasmódico respiratório e antitussígeno. Formas de uso: CPFPIV
Em inalações, alivia os sintomas de problemas respiratórios, rinite alérgica, sinusite e coriza. Formas de uso: CPEPFPIV
Analgésico usado para reduzir sintomas de cefaléia tensional, em alguns casos poderá atuar positivamente no combate inicial de enxaquecas.Formas de uso: FLFPI
Antálgico, em casos de esmagamento de um dedo (anestesia o local, acalmando a dor imediatamente), diminui a dor de luxações (2).Formas de uso: T
Resfria a pele e aquece a musculatura, sedativo neuromuscular, alivia dores musculares e articulares.Formas de uso: CFLM
Inibe a lactação, boa opção no final do período de aleitamento. Formas de uso: FPI
Estimulante da circulação local, auxilia o tratamento de varizes e celulite. Formas de uso: FLM

Segurança no Uso

Desaconselhável o uso durante a gestação.
Dermoagressivo para a mucosa ocular.
Desaconselhável o uso em bebês até os 30 meses.

Vishwa Schoppan
Bióloga, Ecóloga, Aromaterapeuta.

Referências:
1. Oka C, Roperto A. Hortelã. Herbário Aquiléia. 2007. Disponível em: http://www.cotianet.com.br/eco/herb/

2. Faucon M. Traité D’Aromathérapie Scientifique et Medicale Les Huiles Essentielles . (3 ed.). Paris: Éditions Sang de la Terra, 2017.

3. Worwood VA. Aromatherapy of the soul. (1 ed.). California, USA: New World Library, 1999.

4. Lorenzi H, Matos AFJ. Plantas Medicinais No Brasil Nativas e Exóticas. Instituto Plantarum de Estudos da Flora Ltda, 2002.

 

Legenda das Formas de Uso:

OE = óleo essencial
OV = óleo vegetal
CS = colher de sopa

ADVERTÊNCIA: teste o OE sempre que estiver sendo usado pela primeira vez. Para isso, pingue 2 gotas de OE nas axilas, na parte interna do cotovelo e atrás da orelha. Espere por 12hs e observe. Caso apresente alguma reação alérgica, não recomendamos o uso deste OE. Realize este teste mesmo se o OE estiver diluído a um veículo carreador.

A quantidade de gotas de OE sugeridas dependerá da intensidade do aroma do OE escolhido. Alguns OE possuem aroma mais intenso, utilize quantidades menores. Use sempre diluições mínimas em crianças, idosos e gestantes.

AAromatização Ambiental: pingue mais ou menos 12 gotas de OE na água do difusor ambiental. Adicione mais ou menos gotas de acordo com a intensidade do aroma.

BOBochecho: pingue 3 gotas de OE em um copo d’água, ou dilua em 3ml de OV. Não engolir.

CCompressa local com água ou argila: pingue de 5 até 10 gotas de OE em 1 CS de OV e dissolva na água fria ou quente. Use uma toalha para fazer a compressa. Na argila, pingue 3 gotas de OE para 1 CS de argila, adicione água ou água floral até formar uma pasta consistente. Use quantas CS de argila forem necessárias para formar uma pasta que cubra toda a área a receber a compressa.

CAColar Aromático: pingue 3 gotas de OE no algodão e acomode-o no orifício do colar. Adicione mais gotas toda vez que o aroma acabar.

CPCompressa Peitoral: dilua 3 gotas de OE em 1 CS de OV e massageie a região peitoral. Após a massagem, aplique uma compressa morna.

EPEscalda Pés: dilua 15 gotas de óleo essencial ou sinergia em uma colher de óleo vegetal e coloque numa balde ou ofurô de pés.

FLFricção Local: dilua de 3 até 5 gotas de OE em 1 CS de OV e fricione a área afetada.

FPFricção Plantar: pingue 3 gotas de OE diretamente na planta de cada pé e friccione. Para OE dermoagressivos friccione diretamente pé com pé, não utilze as mãos.

IInalação: no lenço, pingue 3 gotas de OE; no inalador própro para uso de OE, pingue 5 gotas; no pulso, pingue 2 gotas de OE e friccione com o pulso da outra mão.

MMassagem: adicione de 50 a 70 gotas de OE em 120ml de OV e utilize-o na massagem.

PPerfume: use algumas gotas de OE como perfume natural. Nunca use óleos essenciais cítricos diretamente na pele e exponha-se ao sol.

SSpray: adicione 40 gotas de OE de sua preferência em uma solução de 60ml de álcool de cereais e 40ml de água deionizada. Use com um frasco spray.

TUso Tópico: pingue 5 gotas de OE diluídas em 1 CS de OV de pracaxi, andiroba, rosa mosqueta ou outro OV indicado.

VVaporização: pingue de 8 a 15 gotas de OE em um recipiente com água quente, cubra a cabeça com uma toalha ou cobertor e inspire profundamente até a água esfriar.

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